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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

ANIVERSARIANTES

Aniversariantes:

15/01 -  Arlete R. Pereira Cavalari, Aline de Faria Tenório;
16/01 - Narmer I. C. H. Sol Ganan;
17/01 - Percídia Lopes da S. Cardoso;
19/01 - Tarsis R. Pereira, Nadir & José Sebastião Franco;
20/01 - Rute Sales Pereira.

Que nosso Deus derrame ricas Bênçãos sobre todos!!!

MENSAGEM PASTORAL

Visão Humanizadora da Espiritualidade Cristã
“Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne.” Gl 5. 16.

 Aproveitando as minhas férias, pois descansar em Deus também faz parte da espiritualidade integral, apresento outro artigo de autoria de um pastor amigo, desta vez o pastor batista Gilberto de Souza. Lembrando que em 2012 a ESPIRITUALIDADE será o tema central de nossa vida comunitária. Em 2012, ao lado de nosso aprofundamento como Igreja Missionária, queremos ser também uma igreja que cultiva e vive as disciplinas espirituais como uma via de amadurecimento espiritual na relação com Deus, conosco mesmo, com o próximo, o meio ambiente e por fim com a prática e a vivência da Missão Integral. Desejamos despertar em cada crente o anelo pelas coisas do alto, pela lectio divina, oração centrante, contemplação, jejum libertador e etc. Tudo isso para desenvolver um caráter santo e comprometido com a glória de Deus por meio da obediência à grande Comissão. Boa leitura.
“Ao falarmos em espiritualidade, não podemos deixar de pensar nos dois extremos que a compõe. De um lado temos a supervalorização da espiritualidade em detrimento da nossa humanização, e de outro, temos a humanização da espiritualidade que nada mais é do que entender que somos também constituídos de carne e ossos. Há aqueles que alegam que a compreensão da espiritualidade tem trazido alguns prejuízos, pois, tenta tirar do ser humano o que lhe é mais característico, a humanidade. Desta forma, dizem que há uma busca de uma espiritualidade divinizadora do ser humano e não humanizadora. Isto quer dizer, que o ser humano que busca tal espiritualidade pensa ser invencível, ou pensa estar em um nível tão superior que acaba separando a vida secular da vida espiritual. Já a espiritualidade propriamente dita, embora seja uma expressão religiosa, a princípio, tem a ver com o relacionamento de Deus com o ser humano, e não pode de maneira alguma ser confundida com algum tipo de capacidade espiritual inerente ao ser humano. Para entendermos melhor a questão da visão humanizadora da espiritualidade cristã, devemos observar atentamente o que o apóstolo Paulo diz em I Co 6.20: “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo”. É através do corpo que expressamos nossa espiritualidade em adoração, obediência e honra a Deus. Em Romanos 12.1, Paulo ainda diz mais: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” Portanto, não pode haver divisão entre a vida espiritual e vida secular. Seria a mesma coisa que viver uma vida santa dentro da igreja, e no mundo uma vida profana. “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado.” (I Co 3.16,17). Vocação como chamado à vida: Na realidade a idéia  de chamado aqui, é a oportunidade dada a todos, de igual modo, como por exemplo, a vida. Todos nascemos com oportunidades. É certo dizer que nem todos nasceram em berço de ouro, mas assim mesmo, gozamos do direito de escolha dado por Deus. E esse direito é dado a todos de modo igual. Se alguém sofre por não ter um teto, um lar, uma vida, foi devido a escolhas feitas no decorrer de sua história. Se alguém tem um relacionamento conturbado, não tem paz nem alegria de viver, isto com certeza está vinculado as suas más escolhas do passado. Costumo dizer que, assim como somos tudo aquilo que comemos, também é certo dizer que somos tudo aquilo que escolhemos. A vida que temos e o que somos são um reflexo de nossas escolhas. A vocação, como chamado à vida tem haver com o que temos a oferecer a Deus. E a resposta é “nada”. Não temos absolutamente nada a oferecer, pelo contrário, é Deus quem nos oferece a vida e nos chama para uma santa vocação em Cristo Jesus. “que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos.” (II Tm 1.9) Deus é quem nos chama e vocaciona para a vida. Podemos falar de uma espiritualidade humanizada e humanizadora, pois não poderemos nos abstrair de nossa humanidade ou de nossa espiritualidade, uma vez que o que somos o somos pelo chamado de Deus e o seu poder em nós, portanto posso dizer que nada mais espiritualizante que a nossa humanização no modelo de Jesus Cristo. ‘Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz.’ (Fp 2.5-8).”                                                                          
                                                                                                                                                                                    Pr. Gilberto de Souza
Ministro da Igreja Batista

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

sábado, 7 de janeiro de 2012

AVISOS IPC-ITAPIRA

Avisos:
08 a 20.01 - Férias pastorais.
21.01 - Plenária UPA.
22.01 - Assembléia Geral Ordinária na EBD.
25.01 20h:30 - Reunião para Preparar Retiro dos Oficiais.
26.01 19h:30 às 21h:00 - Noite de Espiritualidade para co-pastoreio.
27.01 19h:30 às 21:00 - Noite de Espiritualidade para Esposas de Oficiais.

CATECISMO MENOR DE MARTINHO LUTERO

Catecismo Menor de Martinho Lutero

Este é um pequeno catecismo escrito por Martinho Lutero em 1529. A intenção de Lutero através deste catecismo era dar uma introdução às crenças cristãs. Lutero o escreveu logo no início da Reforma em resposta à ignorância que ele observou no povo alemão. Ele é apresentado numa forma de perguntas e respostas. As respostas são curtas e diretas.

Primeira Parte: Os Dez Mandamentos
Primeiro Mandamento: Eu sou o Senhor, seu Deus. Você não deve ter outros deuses além de mim.
Que significa isto? Devemos temer e amar a Deus e confiar nele acima de tudo.

ANIVERSARIANTES

Aniversariantes:

09/01 - Antônio de Faria Tenório;
14/01 - Beatriz Galizoni Brandão.

Que nosso Deus derrame ricas Bênçãos sobre todos!!!

MENSAGEM PASTORAL

Espiritualidade
“Enchei-vos do Espírito” Ef 5.18

2012 será o ano dedicado a Espiritualidade na IPCI. Ofereço para a meditação dos irmãos sobre o que é e qual a relevância da vida espiritual neste artigo que segue, de autoria do Reverendo Ricardo Barbosa da IP Nacional em Brasília.
“Tenho, nos últimos anos, refletido sobre à espiritualidade cristã”. Minha preocupação está voltada para a apatia espiritual, a falta de integridade e coerência entre nossas convicções e a vida, a distância entre a teologia e a oração, e o chamado de Cristo para amar a Deus com a mente e o coração. Embora este tema tenha tomado outros rumos e provocado outros interesses, nem sempre fundamentados na Bíblia ou na longa tradição cristã, ele segue sendo um grande desafio para os cristãos do século 21.
Para manter o foco numa espiritualidade cristã e bíblica, é preciso reconhecer a centralidade da cruz. A cruz de Cristo foi única no sentido de que representou uma escolha, um caminho que Jesus decidiu trilhar: o caminho da obediência ao Pai. A espiritualidade cristã requer obediência. Sabemos que no tempo de Jesus existiram muitas outras cruzes e muitos que foram crucificados nelas; alguns culpados, outros martirizados. No entanto, nenhuma delas pode ser comparada com a cruz de nosso Senhor em virtude daquilo que ela representou. Podemos considerar que a cruz de Cristo começa a ser carregada no episódio da tentação. Ali, o diabo propõe um caminho para Jesus ser o Messias. Um caminho que representou uma forma tentadora de ser o Messias. Transformar pedras em pães, saltar do alto do templo e ser amparado por anjos, e receber a autoridade política e financeira sobre os reinos e as nações. Se Jesus aceitasse a oferta do diabo, rapidamente teria uma multidão de admiradores, de gente faminta encontrando pão nas ruas e estradas, encantada com seu poder sobre os anjos e os seres celestiais e com seu governo mundial estabelecendo as novas regras políticas e econômicas. Seria o caminho mais rápido para implantar seu reino entre os homens. Porém, o caminho de Deus não era este. O reino que ele oferece precisa nascer primeiro dentro de cada um. As mudanças não acontecem de cima para baixo nem de fora para dentro. É um reino que vem como uma pequena semente e leva tempo para crescer. Não é imposto, é aceito. Não se estabelece pela força do poder, mas pelo coração e mente transformados. O rei deste reino não permanece assentado no seu trono, mas desce e se torna um servo. A cruz de Jesus não significou apenas o sofrimento final do seu ministério público. Ela representou uma escolha que o acompanhou por toda a sua vida e que culminou em seu sofrimento e morte.Quando Jesus nos chama para segui-lo, ele afirma que, se não tomarmos nossa cruz, não será possível ser seu discípulo. A razão para isto é clara. Se o caminho dele é o caminho do servo obediente, o nosso não pode ser diferente. “Por isto, precisamos tomar nossa cruz, e ela deve representar também nossa escolha, que é a mesma que ele fez -- uma escolha pela renúncia e pela obediência ao Pai.” O apóstolo Paulo entende o chamado de Jesus para tomar a cruz e segui-lo quando afirma: “Eu estou crucificado para o mundo e o mundo está crucificado para mim”. O caminho do mundo ensina: “Ame seus amigos e seja indiferente com os outros”. O caminho de Jesus diz: “Ame os inimigos e ore por eles”. No caminho do mundo ser o maior e o melhor é o mais importante. No caminho de Jesus o melhor é ser o menor e o servo de todos. Podemos achar que o caminho de Cristo é muito difícil, que amar os inimigos, orar pelos caluniadores, ser manso num mundo competitivo, humilde numa sociedade ambiciosa, não é só difícil -- é impossível. Concordo, por isto o chamado é para tomar a cruz. A cruz significa renúncia, sofrimento e morte. As opções estão diante de nós diariamente. Todos os dias somos levados ao monte da tentação. Todos os dias o diabo nos oferece suas ofertas e seu caminho, e Deus, pela sua palavra, nos revela seu caminho. Todos os dias temos de fazer nossas escolhas. Tomar nossa cruz é aceitar o caminho de Cristo, e neste caminho experimentamos uma espiritualidade verdadeira.
Reverendo Ricardo Barbosa
Fonte: Revista Ultimato


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

UTILIDADE PÚBLICA IPC-ITAPIRA

BOLSA DE ESTUDO SENAC

Informamos que está aberto o processo de seleção para bolsa de estudo

 no curso Técnico em Segurança no Trabalho. 

 As vagas são consideradas por ordem de chegada e que atenda os

 critérios para a vaga.
 Mais informações: 3813-8210 ou 3813-8211 (atendimento) ou faça o
 cadastro direto no site www.sp.senac.br (concessão de bolsa de estudo)
 Divulgue!
 Att.
 Letícia Maria de Lima
 Repres. do Senac na Rede Social Itapira