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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

NOTÍCIAS DO MUNDO

Youcef Nadarkhani com a família; condenado por não se converter ao islamismo, ele poder ser o primeiro iraniano executado em 20 anos devido à religião

Pastor cristão é condenado a pena de morte no Irã por se recusar a mudar de religião

Um pastor que se converteu do islamismo para o cristianismo foi condenado à pena de morte no Irã por recusar voltar à sua antiga religião. As informações são do jornal britânico "Daily Mail ".
Youcef Nadarkhani, 34, se recusou a cumprir uma ordem judicial que o obrigava a se converter novamente ao islamismo. A sentença foi proferida por uma corte na província de Gilan, na cidade de Rasht.
O pastor foi detido em outubro de 2009 quando tentava registrar sua igreja na cidade. Youcef começou a questionar a supremacia dos muçulmanos para doutrinar as crianças, e acabou acusado de tentar "evangelizar" muçulmanos e de abandonar o islamismo, o que pode levar à pena de morte no país.
Sua primeira condenação aconteceu em 2010, mas a Suprema Corte do Irã interveio e conseguiu adiar a sentença. Ao ser revisto, o processo resultou na mesma condenação ao fim do sexto dia de audiência, nesta quinta-feira.
No tribunal, o pastor disse que não tinha intenção de voltar ao islamismo, chamando sua crença anterior de "blasfêmia". 
Agora, a defesa de Youcef tentará novamente recorre à Suprema Corte, pedindo a anulação da pena. O advogado de Youcef, Mohammed Ali Dadkhah acredita que tem 95% de chance de anular a sentença.  No entanto, alguns apoiadores temem que a Suprema Corte demore para analisar o pedido e o pastor seja executado nos próximos dias.
O ministro de Relações Exteriores britânico, William Hague, comentou o caso e pediu que o Irã cancele a sentença. "Eu repudio o fato de que Youcef Nadarkhani, um líder cristão, possa ser executado por se recusar a cumprir a ordem da Suprema Corte para que ele se convertesse ao islamismo. Isso demonstra que o regime iraniano continua não respeitando o direito à liberdade religiosa".
O último cristão executado por questões religiosas no Irã foi o pastor da Assembleia de Deus, Hossein Soodmand, em 1990. No entanto, dezenas de iranianos que se converteram ao cristianismo foram misteriosamente assassinados nos últimos anos.
Fonte: UOL
Vamos todos estar orando por esta família!!!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

AVISOS IPC-ITAPIRA


Cento Cultural Missionário - Jd. Paraíso‏


Amados comunico a todos que hoje 29/09 terá estudo no Centro Missionário Cultural.
Horário: 20:00
Endereço para quem ainda não conhece: Rua Ângelo Malandrim, 237 - Jd. Paraíso 
(perto da casa da Edmêe).
Contamos com sua presença para esse rico trabalho.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

NOTÍCIAS


REFORMA PROTESTANTE, O QUÊ É?

A Igreja Presbiteriana Central de Itapira programou 6 dias em comemoração aos 494 anos da Reforma Protestante. A programação especial acontecerá nos dias 26 a 31 de outubro na sede da Igreja situada à Rua Campos Salles, nº 92 Centro. No ano passado, o dia 31 de outubro foi instituído pelo poder público como o “Dia da Reforma Protestante” no Município de Itapira.
A Reforma foi um movimento que visou trazer a Igreja de volta à pureza original do Cristianismo segundo o Novo Testamento. Depois de Pentecostes, a Reforma do Século XVI foi o maior movimento espiritual ocorrido dentro da Igreja. Representou uma volta à Bíblia, ao ensino dos apóstolos e, por isso, a rejeição total a qualquer doutrina sem base nas Escrituras.

Conheça um pouco da história da Reforma Protestante



As origens históricas mais remotas do presbiterianismo remontam aos primórdios da Reforma Protestante do século XVI. Como é bem sabido, a Reforma teve início com o questionamento do catolicismo medieval feito pelo monge alemão Martinho Lutero (1483-1546) a partir de 1517. Em pouco tempo, os seguidores desse movimento passaram a ser conhecidos como “luteranos” e a igreja que resultou do mesmo foi denominada Igreja Luterana.
Poucos anos após o início da dissidência luterana na Alemanha, surgiu na região de língua alemã da vizinha Suíça, mais precisamente na cidade de Zurique, um segundo movimento de reforma protestante, frequentemente denominado “Segunda Reforma.”
Esse movimento teve como líder inicial o sacerdote Ulrico Zuínglio (1484-1531) e, pretendendo reformar a igreja de maneira mais profunda que o movimento de Lutero, passou a ser conhecido como movimento reformado, e seus seguidores como “reformados.” Assim sendo, as igrejas derivadas do movimento auto-denominaram-se igrejas reformadas.
Apesar do seu aparente radicalismo, Lutero e seus seguidores romperam com a igreja majoritária somente nos pontos em que viam conflitos irreconciliáveis com as Escrituras. Especialmente na área crucial do culto, os luteranos julgavam que era legítimo manter tudo aquilo que não fosse explicitamente proibido pela Bíblia. Já os reformados partiam de um princípio diferente, entendendo que só deviam abraçar aquilo que fosse claramente preconizado pelas Escrituras. Foi isso que os levou a uma ruptura mais profunda com o catolicismo.

                                                                                    Extraído do Portal da IPB (Rev. Alderi Souza de Matos)
                                                                       http://www.ipb.org.br/portal/historia/74-historiadopresbiterianismo

CATECISMO DE HEIDELBERG

Os 10 Mandamentos 
(Continuação)

103. O que Deus ordena no quarto mandamento? R. Primeiro: o ministério do Evangelho e as escolas cristãs devem ser mantidos (1), e eu devo reunir-me fielmente com o povo de Deus, especialmente no dia de descanso (2), para conhecer a palavra de Deus (3), para participar dos sacramentos (4), para invocar publicamente ao Senhor Deus (5) e para praticar a caridade cristã para com os necessitados (6). Segundo: eu devo, todos os dias da minha vida, desistir das más obras, deixando o Senhor operar em mim, por seu Espírito. Assim começo nesta vida o descanso eterno (7). (1) 1Co 9:13,14; 1Tm 3:15; 2Tm 2:2; 2Tm 3:14,15; Tt 1:5. (2) Lv 23:3; Sl 40:9,10; Sl 122:1; At 2:42,46. (3) 1Co 14:1,3; 1Tm 4:13; Ap 1:3. (4) At 20:7; 1Co 11:33. (5) 1Co 14:16; 1Tm 2:1-4. (6) Dt 15:11; 1Co 16:1,2; 1Tm 5:16. (7) Hb 4:9,10.

ANIVERSARIANTES

Aniversariantes:

26/09 - Helena Ubeda Tellini;
27/09 - Maria do Carmo R. Mulatinho Rocha;
28/09 - Telma H. Pereira;
01/10 - Sillas B. Nogueira; Gabriele P. Giraldi.

Que Deus derrame ricas Bênçãos sobre todos!!

MENSAGEM PASTORAL

As doutrinas da Graça
“Pois os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis.” (Rm 11.28).

Às vezes, para relaxar, gosto de assistir aos programas de debate sobre o futebol após cada rodada dos campeonatos. São as chamadas “mesas redondas.” Ali os grandes lances, as jogadas espetaculares, os erros de arbitragem e as polêmicas ganham novas dimensões e múltiplas interpretações. Não raras vezes diante de uma decisão da arbitragem o lance é repetido exaustivamente e quando tudo parece claro a todos, alguém discorda e é aí que aparece a frase: “você está brigando com a imagem!” Penso que as dificuldades levantadas pelos cristãos ao longo da história da igreja em relação às doutrinas da Graça sofrem o mesmo. Olhando para as Escrituras e para o conjunto total de suas afirmações e para harmonia de seus ensinamentos, não convencer-se das verdades da depravação total, eleição incondicional, expiação limitada, graça irresistível, perseverança dos santos é brigar com a imagem e assim dar uma interpretação diferente, uma nova visão que se harmonize mais com a nossa humanidade e a nossa compreensão de Deus e seu caráter. É exatamente aqui que mora o grande perigo para o cristão e a Igreja, interpretar e ensinar a verdade de Deus com base na necessidade de se criar um “Deus” que seja mais condizente com as nossas limitadíssimas noções de verdade, justiça, perfeição, eternidade, santidade e etc. Em sentido contrário, as doutrinas da Graça oferecem grande conforto e segurança para o crente e para a missão da Igreja. Crer e estar consciente de nossa incapacidade total em agradar a Deus e aspirar por sua glória e salvação deve fazer de nós as pessoas mais felizes do mundo, pois nada tendo a oferecer, fomos objetos de seu amor gracioso para conosco. O mesmo se diz da Eleição Incondicional, isto é, a escolha de Deus não teve como base os nossos méritos pessoais, nem no presente e nem em previsão do futuro. Deus escolheu-nos por sua vontade livre e soberana. Não há doutrina que faça mais justiça ao caráter santo e amoroso de Deus, pois não havendo um justo sequer, um que busque a Deus, sendo todos reprovados e indignos D’Ele, ainda sim, quis compartilhar de sua vida e felicidade, escolhendo muitos para estarem para sempre com Ele. É justamente esta doutrina que oferece segurança para a oferta graciosa do Evangelho, pois não obstante a oferta e a resposta humana, o poder para salvar não depende da vontade do homem, mas do livre agir de Deus. Se não houvesse os escolhidos por decreto secreto e eterno do Senhor, a evangelização seria de grande inutilidade. Saber que Cristo morreu OBJETIVAMENTE por meus pecados além de indizível conforto e suma alegria, a minha ação de graças deve ser mais intensa, mais grata, mais vibrante. Afirmar que Cristo morreu por todos, enquanto há muitos que se perdem, seria o mesmo que afirmar que seu sacrifício ou não foi suficiente ou não é tão poderoso assim, capaz de ser anulado pela vontade humana caprichosa. Dizer que Jesus morreu por todos enquanto há muitos que seperdem, é na verdade ensinar que a salvação está franqueada, possibilitada a todos, mas que nunca salvou ninguém de fato. A evangelização então seria como uma loteria e uma questão de sorte alguém aceitar o convite para a vida eterna. Por isso mesmo, a conseqüência lógica é ser a graça de Deus irresistível, ou seja, o chamado externo da pregação é aplicado com graça e poder no coração do ouvinte, produzindo fé, arrependimento e vivificando a vontade morta para as coisas do céu levando o neoconvertido a aspirar o que pertence exclusivamente a Deus: A salvação! Por último, e não menos amorável, a certeza da perseverança final, ou seja, a preservação de nossa salvação está nas mãos de quem nos salvou, não em nossa vontade em continuar salvos. Para crer que um cristão perca a salvação temos que crer na verdade em algumas coisas perigosas, tais como a “desregeneração”, a reversibilidade da obra consumada no calvário e na inutilidade do sacrifício expiatório e substitutivo de Cristo. Esta doutrina não assegura a nossa impecabilidade, não, mas sim a nossa não ruína final e radical no afastamento de Deus. Apegue-se às doutrinas da Graça e desfrute deste amor e desta segurança que só os  remidos podem experimentar.

Rev. Luiz Fernando, Pastor da IPCI

sábado, 24 de setembro de 2011

AVISOS IPC-ITAPIRA

ESCOLA DOMINICAL

No próximo domingo dia 25/09 teremos Assembleia Extraordinária com o assunto: Questões Cartoriais.
Não vamos faltar!!!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

AVISOS IPC-ITAPIRA


Estudo no Centro Missionário Cultural‏


Amados comunico a todos que hoje terá estudo no Centro Missionário Cultural.
Horário: 20:00
Endereço para quem ainda não conhece: Rua Ângelo Malandrim, 237 - Jd. Paraíso (perto da casa da Edmêe).
Contamos com sua presença para esse rico trabalho.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

ÁLBUM DE FOTOS IPC-ITAPIRA

Foi realizado nos dias 16 a 18/09  o "Retiro de convivência das mulheres".
Segue algumas fotos da programação :



Outras fotos de outras programações podem serem vistas visitando o nosso álbum:


CATECISMO DE HEIDELBERG

 Os 10 Mandamentos
(Continuação)

101. Mas não podemos nós, de modo piedoso, fazer juramento em nome de Deus? R. Podemos sim, quando as autoridades o exigirem ou quando for preciso, para manter e promover a fidelidade e a verdade, para a glória de Deus e o bem-estar do próximo. Por tal juramento está baseado na Palavra de Deus (1) e era praticado, com razão, pelos santos do Antigo e Novo Testamento (2). (1) Dt 6:13; Dt 10:20; Hb 6:16. (2) Gn 21:24; Gn 31:53; 1Sm 24:22,23; 2Sm 3:35; 1Rs 1:29,30; Rm 1:9; Rm 9:1; 2Co 1:23.

102. Podemos jurar também pelos santos ou por outras criaturas?
R.
Não, porque o juramento legítimo é uma invocação a Deus, para que Ele, o único que conhece os corações, testemunhe a verdade e nos castigue, se jurarmos falsamente. (1) Tal honra não pertence a criatura alguma (2). (1) Rm 9:1; 2Co 1:23. (2) Mt 5:34-36; Tg 5:12

ANIVERSARIANTES

Aniversariantes:

23/09 - Cristiane Bertini Soares;
                 Jorge Fray & Luíza Catarina.

Que Deus derrame ricas Bênçãos sobre todo!!!

MENSAGEM PASTORAL

O dever de amar na Igreja

“Todos os vossos atos sejam feitos com amor.”  1Co 16. 14.

Em todas as igrejas existem aqueles irmãos que se apresentam como arautos da verdade e paladinos da justiça. São inflexíveis quando se trata de observar regras, costumes, regimentos, leis etc. Chegam a ser impiedosos em seus julgamentos quando um irmão mais fraco tropeça. E são implacáveis quando um líder ou alguém que possui alguma função ou ofício não realiza muito bem a sua obrigação.
Infelizmente não poucos crentes são formados e criados no formalismo religioso que torna o crente legalista e engessado em seu progresso espiritual.
Todavia, Jesus foi durante o seu ministério terreno, um crítico bastante ativo deste procedimento exteriorizado da piedade. Jesus não desmereceu o dízimo dos fariseus, mas questionou o abandono da justiça e da misericórdia, coração da Lei (Mt 23.23).
Jesus não desautorizou a lei mosaica, mas levantou suspeitas quanto a “moral” dos fariseus no caso da mulher flagrada em adultério. Quem não tem pecado...? (João 8. 3-11). Jesus não transgrediu a tradição dos pais, entretanto condenou toda forma de religião que ostente uma piedade que julgue o outro inferior a si mesmo, veja o caso do fariseu orando no templo (Lc 18. 9-14). Jesus não questionou o preparo e o conhecimento dos fariseus, escribas e mestres da Lei, mas julgou seu comportamento destituído de sinceridade e amor (Lc 11. 45-52).
Com estas coisas não quero dizer que devamos ser cristãos antinomianos, isto é, vivendo sem lei e sem regras. Longe disso. O que aprendemos do Evangelho é que todas as coisas na igreja devem favorecer a comunhão, a edificação e o amor. Aquilo que não contribui para que o amor seja vivido, transmitindo e celebrado na comunidade, para muito pouca coisa serve. Não é a toa que Jesus disse que a nota identificadora do cristão é o amor (João 13. 34-35). A Igreja primitiva deu provas deste amor no Livro de Atos, nas Epistolas de Paulo aos Coríntios, nas cartas de Pedro e João. A Igreja antiga cultivou este amor fraterno e sacrificial imortalizando-o em sentenças como essa: “A medida do amor é amar sem medidas...só o amor pode nos devolver a semelhança com Deus.” Na idade média também os grandes homens e sábios cristãos acentuaram a realidade cristã do amor: “Onde não há amor, coloca amor e encontrarás o amor.” “Na verdade, unidade. Na dúvida, prudência.  Em todas as coisas porém, oamor.” A doutrina nos sedimenta na verdade. O conhecimento da verdade nos enraíza na esperança. A disciplina nos assegura a tranqüilidade e a paz no rebanho. Mas, só o exercício do amor fraterno, dadivoso e gratuito pode curar as feridas, aproximar os distantes, edificar a igreja e construir a comunhão sem a qual nenhuma igreja pode subsistir.
Quero convidá-lo ao amor. Quero exortá-lo a trocar palavras ásperas e desagregadoras, por gestos e palavras de humanidade e gentileza. Quero desafiá-lo a jogar fora e desprezar concertos e diálogos onde a pessoa do próximo, seja ele quem for, seja aviltada em sua dignidade humana e de filho de Deus, portanto, seu irmão. Quero suplicar-lhe que coloque o amor como tempero de suas palavras, como fermento de seus juízos, como freio para seus lábios, como termômetro de seus sentimentos e como inspiração para seu ministério, ofício ou cargo aqui na igreja.
Não se deixe vencer pelo mal. E como ensinou um dos pais da igreja: “Ama e faze o que quiseres, porque quem ama, jamais faz o mal.” (Cipriano).

                                                                          
 Rev. Luiz Fernando, Pastor da IPCI

sábado, 17 de setembro de 2011

TV-WEB IPCI

TRANSMISSÃO DO CULTO

Amanhã dia 18/09 estaremos transmitindo ao vivo o nosso culto á partir das 18:50 Hs.
Basta acessar nosso canal: www.livestream.com/ipcitapira

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

AVISOS IPC-ITAPIRA

Retiro de Convivência das Mulheres

Dias 16 a 18/09

Tema: “Mulher, Educadora de Paz

Inscrições com Kátia, Selma ou Melina
Valor R$ 10,00

CATECISMO DE HEIDELBERG

 Os 10 Mandamentos 
(Continuação)

99. O que Deus exige no terceiro mandamento? R. Não devemos blasfemar ou profanar o santo nome de Deus por maldições (1) ou juramentos falsos (2) nem por juramentos desnecessários (3). Também não devemos tomar parte em pecados tão horríveis, ficando calados quando os ouvimos (4). Em resumo, devemos usar o santo nome de Deus somente com temor e reverencia (5) a fim de que Ele, por nós, seja devidamente confessado (6), invocado (7) e glorificado por todas as nossas palavras e obras (8). (1) Lv 24:15,16. (2) Lv 19:12. (3) Mt 5:37; Tg 5:12. (4) Lv 5:1; Pv 29:24. (5) Is 45:23; Jr 4:2. (6) Mt 10:32; Rm 10:9,10. (7) Sl 50:15; 1Tm 2:8. (8) Rm 2:24; Cl 3:17; lTm 6:1.

100. Será que blasfemar o nome de Deus por juramentos e maldições é um pecado tão grande, que Deus se ira também contra aqueles que não se esforçam para impedir e proibir tal coisa? R. Claro que sim, pois não há pecado maior ou que mais provoque a ira de Deus do que blasfemar seu nome. Por isso, Ele mandava castigar este pecado com a pena da morte (1). (1) Lv 24:16; Ef 5:11.


ANIVERSARIANTES

Aniversariantes:

14/09 - William Ap. Bueno;
15/09 - Célio B. Altafini; Jadyr Canavezi;
16/09 - Silvia Cestari;
17/09 - Benedita Fátima & Aparecido Bueno; Rose & Kleber Brusasco.

Que Deus derrame ricas Bençãos sobre todos!!!

MENSAGEM PASTORAL

Missões e Ecologia
“O Senhor Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo.” (Gn 2. 15).

As questões de Meio Ambiente e Ecologia estão na agenda da humanidade. Não há instituição ou organização que não esteja ás voltas com este assunto. Expressões como “desenvolvimento sustentável”, “responsabilidade social”, “reciclagem e reaproveitamento” já fazem parte do vocabulário das crianças em fase de ensino fundamental e até mesmo das escolinhas infantis. Também as igrejas já incorporam em sua prática e prédica as mesmas preocupações. Este ano, por exemplo, a Igreja Católica estudou e celebrou o tema do Meio Ambiente em sua Campanha Ecumênica da Fraternidade que acontece sempre no período da quaresma. Em nossos arraiais evangélicos já existem ministérios como a Rocha Brasil empenhada na educação ambiental e muitas publicações fundamentam a preocupação e a missão em cuidar do Meio Ambiente em bases bíblicas.  A Ecologia deve mesmo fazer parte da missão da Igreja. A Ecologia deve encontrar amparo na reflexão teológica, no pensamento missiológico e na prática evangelizadora da comunidade cristã. Todavia, antes de se falar em Ecologia como conceito amplo, devemos refletir numa “Ecologia Humana”, isto é, pensar sobre o lugar e o papel do homem na natureza e no cosmos. A degradação e o desrespeito com a natureza passa inexoravelmente pela desconstrução da “Imago Dei” na percepção do próprio homem. Enfraquecidos ou destruídos os laços de comunhão e amizade entre Deus e o homem pelo pecado, todo senso de responsabilidade, respeito e valoração da vida e da moral perdem sentido.  Um bom exemplo disso é o primeiro capítulo da carta de Paulo aos Romanos: “Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. (...) Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável.” (Rm 1. 25,28). Assim, alienado da vida de Deus, o homem vive sob o comando de seus apetites e da sua cobiça, buscando desesperadamente saciar sua fome de vida extraindo o que pode da natureza. Pensar numa “Ecologia Humana” é redescobrir que em sua condição criatural o homem é a glória da criação, é aquele que ostenta e que atesta para as demais realidades criadas aimagem do Criador. Na “Ecologia Humana” encontramos o mandato cultural do livro do Genesis onde Deus coloca sob a responsabilidade do homem a tarefa de cuidar e cultivar o jardim, dominar a terra, submetê-la a si e etc. nunca como seu proprietário, mas como um administrador que deverá prestar contas de sua administração um dia. Assim como o sábado, também a criação é um presente de Deus para o homem. Pela observância do “Shabbat”, descanso e pela vida harmoniosa com criação, a intenção do Senhor é fazer o homem gozar e participar de sua indizível alegria. Portanto, qualquer outra apropriação que o homem fizer, tanto do sábado, quanto da criação, que não o levem a experimentar a comunhão, a paz, a alegria e a glória de Deus, será sempre uma idolatria, sempre um pecado. A consciência e as ações na Igreja em relação ao Meio Ambiente e a Ecologia devem partir sempre deste fundamento do mandato cultural e deste conceito Bíblico da “Imago Dei”. Nossas ações devem ser o fruto de uma amorosa e agradecida obediência na participação da alegria de Deus. Deve partir de nossa condição de mordomos, administradores, vice-regentes da criação da qual deveremos dar contas um dia. Não obstante a ambivalência da natureza em face de sua contaminação pela corrupção do pecado, é tarefa dos cristãos, ressaltar o caráter “hierofânico” da natureza, ou seja, que a criação reclama um Criador, exige um Criador, distinto dela, além dela, e da qual ela dependa para existir e se manter. As causas da Ecologia e do Meio Ambiente são grandes oportunidades para a Igreja e para os cristãos proclamarem a Evangelho, enquanto exercem por meio da Grande Comissão a obediência ao Mandato Cultural.                                                                                                                                                    
 Rev. Luiz Fernando, Pastor da IPCI

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

NOTÍCIAS

Banda Maleth BR lança seu primeiro álbum – Maleth

 
O tema central do cd Maleth é sobre fazermos parte desse mundo, mas ao mesmo tempo estarmos desconectados do sistema (Tiago 4:4, 1 João 2:15-17 e Mateus 6:24). Só conseguimos nos afastar desse mal se estivermos enraizados em Deus, o qual é o nosso porto de abrigo. O nome Maleth significa Porto de Abrigo numa linguagem fenícia do mediterrâneo europeu e a banda leva o nome de Maleth BR por ser um meio de levar as pessoas a este Porto de Segurança. 
Gravado no estúdio Área Livre em Mogi Mirim/SP e produzido por Tomaz Ribeiro e Maleth BR, esse álbum tem como característica um rock diferenciado, trazendo temas de crítica à sociedade e também falando sobre o amor de Deus. 
A banda Maleth BR, de Itapira/SP, é formada por Mac Jr. (voz e violão), Leonardo Lima (baixo) e Thiago Kohn (guitarra e violão) e nesse trabalho contou com a participação de Tomaz Ribeiro (bateria) e Gabriel (teclado). 

Nome das faixas do CD: 
01 – Virada 180º 
02 – Lágrimas no olhar 
03 – Shopping center 
04 – Bip 
05 – Te conhecer 
06 – Tudo que sempre quis 
07 – Muito mais



PARA ADQUIRIR O CD, ENTREM EM CONTATO PELO E-MAIL: malethbr@hotmail.com OU PELO TELEFONE: (19)9270-0112.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

AVISOS IPC-ITAPIRA


Aulas de Inglês (Nível Intermediário)

Se você tem interesse em começar um curso de inglês, temos aqui na igreja aulas ministradas pela prof, Elisângela, melhores informações na secretaria da Igreja (19)3863-1706 ou com a professora.

CATECISMO DE HEIDELBERG


 Os 10 Mandamentos  
(Continuação)

96. O que Deus exige no segundo mandamento? R. Não podemos, de maneira alguma, representar Deus por imagem ou figura (1). Devemos adorá-Lo somente da maneira que Ele ordenou em sua palavra (2). (1) Dt 4:15,16; Is 40:18,19,25; At 17:29; Rm 1:23-25. (2) Dt 12:30-32; lSm 15:23; Mt 15:9.

97. Não se pode fazer imagem alguma? R. Não se pode nem deve fazer nenhuma imagem de Deus. As criaturas podem ser representadas, mas Deus nos proíbe fazer ou ter imagens delas para adorá-las ou para servir a Deus por meio delas (1). (1) Êx 34:13,14,17; Dt 12:3,4; Dt 16:22; 2Rs 18:4 Is 40:25.

98. Mas não podem ser toleradas as imagens nas igrejas como ‘livros para ignorantes’? R. Não, porque não devemos ser mais sábios do que Deus. Ele não quer ensinar a seu povo por meio de ídolos mudos (1), mas pela pregação viva de sua Palavra (2).(1) Jr 10:5,8; Hc 2:18,19. (2) Rm 10:14-17; 2m 3:16,17; 2Pe 1:19. Pv 9:10; Mt 10:28. (10) Dt 10:20; Mt 4:10. (11) Sl 104:27-30; Is 45:7; Tg 1:17. (12) Mt 5:29,30; Mt 10:37-39; At 5:29

ANIVERSARIANTES


Aniversariantes:

05/09 - Elza Domingues Cardoso; Érica de Godoi;
09/09 - Elda B. Oliveira; Olga F. M. Búbola;
10/09 - Ronaldo da Silva; Claudio Marcos & Jane.

Que Deus derrame ricas benção sobre todos!!!

MENSAGEM PASTORAL


A Urgência do Discipulado – 2ª Parte

 “Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma cora corruptível; nós porém, a incorruptível. Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar.” (1 Co 9. 25,26 ARA).

A Igreja da idade média era a Igreja do mistério, do arcano, do misticismo. Os fiéis participavam das celebrações litúrgicas sem muito entendimento. Os ritos cada vez mais complexos, com gestuais ininteligíveis, orações secretas, longas ladainhas e o latim, uma língua difícil e já a esta altura desconhecida do povo, eram barreiras intransponíveis. Não obstante os esforços evangelísticos de Francisco de Assis, Domingo de Gusmão, Francisco Xavier, a sacramentalização se sobrepunha à catequização e ao treinamento dos cristãos. O século XVI é o auge desta igreja maquiada de religião sem vida cristã evangélica por parte do povo. A santidade havia se tornado uma realidade para homens com um chamado especial á uma vida de virtudes heróicas nos claustros e nos conventos.  A santificação havia sido privatizada pelos profissionais da fé. Por sua vez, os nossos pais reformadores juntamente com a tradução e popularização das Escrituras, produziram catecismos e estudos Bíblicos, como é o caso, por exemplo, das Institutas, para treinar os convertidos na vontade de Deus. Quase quinhentos anos nos separam daqueles dias e assim como as Missões, o Discipulado permanece uma tarefa inacabada e urgente. Os nossos “cursinhos” para profissão de fé e batismo se reduzem na maioria das vezes na transmissão de informações e de um conhecimento que pouca ou nenhuma diferença faz à fé e ao caráter do candidato. Precisamos redescobrir a seriedade e a profundidade do Discipulado cristão, como um centro de treinamento vigoroso para a vivência plena e radical da vontade de Deus no mundo e na comunidade de fé. Não se trata de um cursinho para satisfazer a curiosidade ou para prover aquele conhecimento de identificação com a denominação. O Discipulado é um longo caminho de obediência na mesma direção, na extirpação dos vícios, na mudança de hábitos, na aquisição de virtudes, na descoberta e no desenvolvimento dos dons. O discipulado, como treinamento, é a disciplina de aprender a pensar, reagir, sentir e viver como o Cristo. É o devido condicionamento espiritual para se ter uma vida cristã de fato vitoriosa. Vitória sobre anossa natureza decaída e pecaminosa. Vitória sobre a vileza e a leviandade de nossos corações ainda influenciados e contaminados pela vida velha. Vitória sobre o nosso antigo modo fútil e inútil de pensar e viver. Vitória sobre as inclinações sensuais da carne. O Discipulado deve ser profundo, sistemático, vigoroso, substancioso no aprendizado da vontade de Deus em sua Palavra, a fim de obtermos musculatura espiritual necessária para entrarmos na arena da batalha espiritual e não sucumbirmos nocauteados por Satanás e seus demônios que esmurram o nosso corpo, a nossa consciência e a nossa vontade, fazendo-nos fraquejar e desistir muitas vezes de vôos mais altos em nossa espiritualidade. Sem esta musculatura forte, capaz de reagir como que por condicionamento devido aos muitos exercícios repetitivos, também não seremos páreos para o mundo e as suas seduções. O discipulado cristão reclama disciplina, austeridade, investimento de tempo, investimento de capital emocional e psicológico para caminhar paciente e amorosamente por um longo tempo até que os tempos da infantilidade espiritual cedam espaço para a maturidade na Palavra de Deus. Discipular é cuidar e também desafiar. Cuidar para que o discipulando receba o devido tratamento para as suas feridas e enfermidades contraídas na vida de pecado ou de distanciamento de Deus e que seja desafiado a jamais se acostumar ou contentar em ser carregado no colo, receber alimento líquido ou pastoso, evitando assim uma nutrição mais substanciosa. Sem o discipulado nossas igrejas correm o sério risco de produzir toda uma geração de cristãos imaturos, inseguros, mimados, pirracentos, narcisistas e descomprometidos. Só não tenho certeza se todos estes adjetivos podem sustentar o edifício espiritual da Igreja. Leia Hebreus 5. 11-14 e deixe-se convencer de que discipular é o melhor caminho para a Grande Comissão!   

                                                                                                                                                Luiz Fernando,
                                                                                                                                                                                             Pastor da Igreja.