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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

NOTÍCIAS


REFORMA PROTESTANTE, O QUÊ É?

A Igreja Presbiteriana Central de Itapira programou 6 dias em comemoração aos 494 anos da Reforma Protestante. A programação especial acontecerá nos dias 26 a 31 de outubro na sede da Igreja situada à Rua Campos Salles, nº 92 Centro. No ano passado, o dia 31 de outubro foi instituído pelo poder público como o “Dia da Reforma Protestante” no Município de Itapira.
A Reforma foi um movimento que visou trazer a Igreja de volta à pureza original do Cristianismo segundo o Novo Testamento. Depois de Pentecostes, a Reforma do Século XVI foi o maior movimento espiritual ocorrido dentro da Igreja. Representou uma volta à Bíblia, ao ensino dos apóstolos e, por isso, a rejeição total a qualquer doutrina sem base nas Escrituras.

Conheça um pouco da história da Reforma Protestante



As origens históricas mais remotas do presbiterianismo remontam aos primórdios da Reforma Protestante do século XVI. Como é bem sabido, a Reforma teve início com o questionamento do catolicismo medieval feito pelo monge alemão Martinho Lutero (1483-1546) a partir de 1517. Em pouco tempo, os seguidores desse movimento passaram a ser conhecidos como “luteranos” e a igreja que resultou do mesmo foi denominada Igreja Luterana.
Poucos anos após o início da dissidência luterana na Alemanha, surgiu na região de língua alemã da vizinha Suíça, mais precisamente na cidade de Zurique, um segundo movimento de reforma protestante, frequentemente denominado “Segunda Reforma.”
Esse movimento teve como líder inicial o sacerdote Ulrico Zuínglio (1484-1531) e, pretendendo reformar a igreja de maneira mais profunda que o movimento de Lutero, passou a ser conhecido como movimento reformado, e seus seguidores como “reformados.” Assim sendo, as igrejas derivadas do movimento auto-denominaram-se igrejas reformadas.
Apesar do seu aparente radicalismo, Lutero e seus seguidores romperam com a igreja majoritária somente nos pontos em que viam conflitos irreconciliáveis com as Escrituras. Especialmente na área crucial do culto, os luteranos julgavam que era legítimo manter tudo aquilo que não fosse explicitamente proibido pela Bíblia. Já os reformados partiam de um princípio diferente, entendendo que só deviam abraçar aquilo que fosse claramente preconizado pelas Escrituras. Foi isso que os levou a uma ruptura mais profunda com o catolicismo.

                                                                                    Extraído do Portal da IPB (Rev. Alderi Souza de Matos)
                                                                       http://www.ipb.org.br/portal/historia/74-historiadopresbiterianismo

CATECISMO DE HEIDELBERG

Os 10 Mandamentos 
(Continuação)

103. O que Deus ordena no quarto mandamento? R. Primeiro: o ministério do Evangelho e as escolas cristãs devem ser mantidos (1), e eu devo reunir-me fielmente com o povo de Deus, especialmente no dia de descanso (2), para conhecer a palavra de Deus (3), para participar dos sacramentos (4), para invocar publicamente ao Senhor Deus (5) e para praticar a caridade cristã para com os necessitados (6). Segundo: eu devo, todos os dias da minha vida, desistir das más obras, deixando o Senhor operar em mim, por seu Espírito. Assim começo nesta vida o descanso eterno (7). (1) 1Co 9:13,14; 1Tm 3:15; 2Tm 2:2; 2Tm 3:14,15; Tt 1:5. (2) Lv 23:3; Sl 40:9,10; Sl 122:1; At 2:42,46. (3) 1Co 14:1,3; 1Tm 4:13; Ap 1:3. (4) At 20:7; 1Co 11:33. (5) 1Co 14:16; 1Tm 2:1-4. (6) Dt 15:11; 1Co 16:1,2; 1Tm 5:16. (7) Hb 4:9,10.

ANIVERSARIANTES

Aniversariantes:

26/09 - Helena Ubeda Tellini;
27/09 - Maria do Carmo R. Mulatinho Rocha;
28/09 - Telma H. Pereira;
01/10 - Sillas B. Nogueira; Gabriele P. Giraldi.

Que Deus derrame ricas Bênçãos sobre todos!!

MENSAGEM PASTORAL

As doutrinas da Graça
“Pois os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis.” (Rm 11.28).

Às vezes, para relaxar, gosto de assistir aos programas de debate sobre o futebol após cada rodada dos campeonatos. São as chamadas “mesas redondas.” Ali os grandes lances, as jogadas espetaculares, os erros de arbitragem e as polêmicas ganham novas dimensões e múltiplas interpretações. Não raras vezes diante de uma decisão da arbitragem o lance é repetido exaustivamente e quando tudo parece claro a todos, alguém discorda e é aí que aparece a frase: “você está brigando com a imagem!” Penso que as dificuldades levantadas pelos cristãos ao longo da história da igreja em relação às doutrinas da Graça sofrem o mesmo. Olhando para as Escrituras e para o conjunto total de suas afirmações e para harmonia de seus ensinamentos, não convencer-se das verdades da depravação total, eleição incondicional, expiação limitada, graça irresistível, perseverança dos santos é brigar com a imagem e assim dar uma interpretação diferente, uma nova visão que se harmonize mais com a nossa humanidade e a nossa compreensão de Deus e seu caráter. É exatamente aqui que mora o grande perigo para o cristão e a Igreja, interpretar e ensinar a verdade de Deus com base na necessidade de se criar um “Deus” que seja mais condizente com as nossas limitadíssimas noções de verdade, justiça, perfeição, eternidade, santidade e etc. Em sentido contrário, as doutrinas da Graça oferecem grande conforto e segurança para o crente e para a missão da Igreja. Crer e estar consciente de nossa incapacidade total em agradar a Deus e aspirar por sua glória e salvação deve fazer de nós as pessoas mais felizes do mundo, pois nada tendo a oferecer, fomos objetos de seu amor gracioso para conosco. O mesmo se diz da Eleição Incondicional, isto é, a escolha de Deus não teve como base os nossos méritos pessoais, nem no presente e nem em previsão do futuro. Deus escolheu-nos por sua vontade livre e soberana. Não há doutrina que faça mais justiça ao caráter santo e amoroso de Deus, pois não havendo um justo sequer, um que busque a Deus, sendo todos reprovados e indignos D’Ele, ainda sim, quis compartilhar de sua vida e felicidade, escolhendo muitos para estarem para sempre com Ele. É justamente esta doutrina que oferece segurança para a oferta graciosa do Evangelho, pois não obstante a oferta e a resposta humana, o poder para salvar não depende da vontade do homem, mas do livre agir de Deus. Se não houvesse os escolhidos por decreto secreto e eterno do Senhor, a evangelização seria de grande inutilidade. Saber que Cristo morreu OBJETIVAMENTE por meus pecados além de indizível conforto e suma alegria, a minha ação de graças deve ser mais intensa, mais grata, mais vibrante. Afirmar que Cristo morreu por todos, enquanto há muitos que se perdem, seria o mesmo que afirmar que seu sacrifício ou não foi suficiente ou não é tão poderoso assim, capaz de ser anulado pela vontade humana caprichosa. Dizer que Jesus morreu por todos enquanto há muitos que seperdem, é na verdade ensinar que a salvação está franqueada, possibilitada a todos, mas que nunca salvou ninguém de fato. A evangelização então seria como uma loteria e uma questão de sorte alguém aceitar o convite para a vida eterna. Por isso mesmo, a conseqüência lógica é ser a graça de Deus irresistível, ou seja, o chamado externo da pregação é aplicado com graça e poder no coração do ouvinte, produzindo fé, arrependimento e vivificando a vontade morta para as coisas do céu levando o neoconvertido a aspirar o que pertence exclusivamente a Deus: A salvação! Por último, e não menos amorável, a certeza da perseverança final, ou seja, a preservação de nossa salvação está nas mãos de quem nos salvou, não em nossa vontade em continuar salvos. Para crer que um cristão perca a salvação temos que crer na verdade em algumas coisas perigosas, tais como a “desregeneração”, a reversibilidade da obra consumada no calvário e na inutilidade do sacrifício expiatório e substitutivo de Cristo. Esta doutrina não assegura a nossa impecabilidade, não, mas sim a nossa não ruína final e radical no afastamento de Deus. Apegue-se às doutrinas da Graça e desfrute deste amor e desta segurança que só os  remidos podem experimentar.

Rev. Luiz Fernando, Pastor da IPCI

sábado, 24 de setembro de 2011

AVISOS IPC-ITAPIRA

ESCOLA DOMINICAL

No próximo domingo dia 25/09 teremos Assembleia Extraordinária com o assunto: Questões Cartoriais.
Não vamos faltar!!!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

AVISOS IPC-ITAPIRA


Estudo no Centro Missionário Cultural‏


Amados comunico a todos que hoje terá estudo no Centro Missionário Cultural.
Horário: 20:00
Endereço para quem ainda não conhece: Rua Ângelo Malandrim, 237 - Jd. Paraíso (perto da casa da Edmêe).
Contamos com sua presença para esse rico trabalho.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

ÁLBUM DE FOTOS IPC-ITAPIRA

Foi realizado nos dias 16 a 18/09  o "Retiro de convivência das mulheres".
Segue algumas fotos da programação :



Outras fotos de outras programações podem serem vistas visitando o nosso álbum:


CATECISMO DE HEIDELBERG

 Os 10 Mandamentos
(Continuação)

101. Mas não podemos nós, de modo piedoso, fazer juramento em nome de Deus? R. Podemos sim, quando as autoridades o exigirem ou quando for preciso, para manter e promover a fidelidade e a verdade, para a glória de Deus e o bem-estar do próximo. Por tal juramento está baseado na Palavra de Deus (1) e era praticado, com razão, pelos santos do Antigo e Novo Testamento (2). (1) Dt 6:13; Dt 10:20; Hb 6:16. (2) Gn 21:24; Gn 31:53; 1Sm 24:22,23; 2Sm 3:35; 1Rs 1:29,30; Rm 1:9; Rm 9:1; 2Co 1:23.

102. Podemos jurar também pelos santos ou por outras criaturas?
R.
Não, porque o juramento legítimo é uma invocação a Deus, para que Ele, o único que conhece os corações, testemunhe a verdade e nos castigue, se jurarmos falsamente. (1) Tal honra não pertence a criatura alguma (2). (1) Rm 9:1; 2Co 1:23. (2) Mt 5:34-36; Tg 5:12

ANIVERSARIANTES

Aniversariantes:

23/09 - Cristiane Bertini Soares;
                 Jorge Fray & Luíza Catarina.

Que Deus derrame ricas Bênçãos sobre todo!!!

MENSAGEM PASTORAL

O dever de amar na Igreja

“Todos os vossos atos sejam feitos com amor.”  1Co 16. 14.

Em todas as igrejas existem aqueles irmãos que se apresentam como arautos da verdade e paladinos da justiça. São inflexíveis quando se trata de observar regras, costumes, regimentos, leis etc. Chegam a ser impiedosos em seus julgamentos quando um irmão mais fraco tropeça. E são implacáveis quando um líder ou alguém que possui alguma função ou ofício não realiza muito bem a sua obrigação.
Infelizmente não poucos crentes são formados e criados no formalismo religioso que torna o crente legalista e engessado em seu progresso espiritual.
Todavia, Jesus foi durante o seu ministério terreno, um crítico bastante ativo deste procedimento exteriorizado da piedade. Jesus não desmereceu o dízimo dos fariseus, mas questionou o abandono da justiça e da misericórdia, coração da Lei (Mt 23.23).
Jesus não desautorizou a lei mosaica, mas levantou suspeitas quanto a “moral” dos fariseus no caso da mulher flagrada em adultério. Quem não tem pecado...? (João 8. 3-11). Jesus não transgrediu a tradição dos pais, entretanto condenou toda forma de religião que ostente uma piedade que julgue o outro inferior a si mesmo, veja o caso do fariseu orando no templo (Lc 18. 9-14). Jesus não questionou o preparo e o conhecimento dos fariseus, escribas e mestres da Lei, mas julgou seu comportamento destituído de sinceridade e amor (Lc 11. 45-52).
Com estas coisas não quero dizer que devamos ser cristãos antinomianos, isto é, vivendo sem lei e sem regras. Longe disso. O que aprendemos do Evangelho é que todas as coisas na igreja devem favorecer a comunhão, a edificação e o amor. Aquilo que não contribui para que o amor seja vivido, transmitindo e celebrado na comunidade, para muito pouca coisa serve. Não é a toa que Jesus disse que a nota identificadora do cristão é o amor (João 13. 34-35). A Igreja primitiva deu provas deste amor no Livro de Atos, nas Epistolas de Paulo aos Coríntios, nas cartas de Pedro e João. A Igreja antiga cultivou este amor fraterno e sacrificial imortalizando-o em sentenças como essa: “A medida do amor é amar sem medidas...só o amor pode nos devolver a semelhança com Deus.” Na idade média também os grandes homens e sábios cristãos acentuaram a realidade cristã do amor: “Onde não há amor, coloca amor e encontrarás o amor.” “Na verdade, unidade. Na dúvida, prudência.  Em todas as coisas porém, oamor.” A doutrina nos sedimenta na verdade. O conhecimento da verdade nos enraíza na esperança. A disciplina nos assegura a tranqüilidade e a paz no rebanho. Mas, só o exercício do amor fraterno, dadivoso e gratuito pode curar as feridas, aproximar os distantes, edificar a igreja e construir a comunhão sem a qual nenhuma igreja pode subsistir.
Quero convidá-lo ao amor. Quero exortá-lo a trocar palavras ásperas e desagregadoras, por gestos e palavras de humanidade e gentileza. Quero desafiá-lo a jogar fora e desprezar concertos e diálogos onde a pessoa do próximo, seja ele quem for, seja aviltada em sua dignidade humana e de filho de Deus, portanto, seu irmão. Quero suplicar-lhe que coloque o amor como tempero de suas palavras, como fermento de seus juízos, como freio para seus lábios, como termômetro de seus sentimentos e como inspiração para seu ministério, ofício ou cargo aqui na igreja.
Não se deixe vencer pelo mal. E como ensinou um dos pais da igreja: “Ama e faze o que quiseres, porque quem ama, jamais faz o mal.” (Cipriano).

                                                                          
 Rev. Luiz Fernando, Pastor da IPCI