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segunda-feira, 16 de maio de 2011

ANIVERSARIANTES

Aniversariantes:

15/05 -  Dia do Jovem Presbiteriano
17/05 - Cléber Luís P. Cavalari & Talita Nucci;
21/05 - Renata R. Cardoso & Vagner Cardoso.

Que Deus derrame ricas bênçãos  sobre todos.

domingo, 15 de maio de 2011

AVISOS IP-CENTRAL ITAPIRA

Avisos:

21/05: Reunião Plenária da UPA, na casa da Franciele.

 23 a 25/05:Semana de Formação Litúrgica.Convocados: Presbíteros, Diáconos, envolvidos no projeto plantação de igreja, regente do grupo vocal, organistas da igreja, um representante dos grupos de louvor e superintendente da EBD, não faltem!

29/05: Almoço de comemoração do mês da família.Melhores informações com Kátia ou Selma.

MENSAGEM PASTORAL

Avivamento
“Assim diz o Soberano, o Senhor: Venha desde os quatro ventos, espírito, e sopre dentro desses mortos, para que vivam.” (Ez 37.9).

O Avivamento é uma realidade que vez por outra Deus providencia para o seu povo. Ele vem de Deus, pode ser desejado pela Igreja, mas não pode ser agendado e nem produzido por ela. Acontece onde, quando e com quem Deus assim o quer. A história da Igreja, seja ela do Antigo ou Novo Testamento, apresenta vez por outra esta intervenção maravilhosa de Deus provocando um renovo de vida espiritual, obediência e transformação com alcance inclusive para a sociedade onde este povo se encontra. No Antigo Testamento destacamos períodos de avivamento nos dias de Moisés, Samuel, Davi, Gideão, Josias, Esdras e etc. No Novo Testamento já sentimos seus sinais quando contemplamos a fila dos arrependidos que se apresentam para o batismo durante o ministério de João Batista, que assombrosamente é vivido nos dias do ministério terreal de Jesus e alcança a Igreja de Atos dos Apóstolos com sinais e maravilhas. Os quatro grandes Concílios da antiguidade cristã: Nicéia, Éfeso, Calcedônia e Constantinopla bem como as investidas missionárias de Patrício e Winfrido testemunham dias de uma poderosa visitação do Senhor. A Reforma Protestante iniciada em 1517, bem como os seus desdobramentos, bem como os grandes despertamentos dos séculos 18 e 19, são evidências inequívocas destas ondas de avivamento que “ad tempus” aportam à praia da Igreja. Como afirmamos a cima, o avivamento não pode ser produzido simplesmente pela igreja. Não há como agendá-lo, não é possível incluí-lo em nossa programação eclesiástica, não há como convidar alguém para que venha para uma noite ou semana de avivamento, isto seria no mínimo uma presunção humana. Contudo, a Igreja pode desejar, suplicar, preparar-se para um avivamento. Ela pode preparar os “Caminhos do Senhor” e pavimentar a via para os “formosos pés do que evangeliza a Paz”. Mas é bom que se  diga, o avivamento só acontece na Igreja, entre os cristãos, no meio dos salvos, que devido a sua pecaminosidade e as astúcias do inimigo, de modo recorrente ao longo dos tempos, pode apresentar sinais de dormência, letargia, preguiça e em muitas vezes morte espiritual, do tipo esterilidade espiritual. Falta de entusiasmo, falta de compromisso, lassidão e frouxidão moral e ética. Mornidão em relação ao anúncio do Evangelho e acomodação ao padrão cultural do presente século. Todas estas coisas elencadas e mais outras que você mesmo pode detectar, são a grande causa de muitos sofrimentos em nosso meio e também de nossa impotência e ineficácia no crescimento da obra. A primeira atitude de um crente e de uma Igreja lenta e paralisada é reconhecer o seu estado, com verdade e caridade, assumir a sua condição. Depois, desejar ardentemente que Deus mude as disposições de sua mente e coração, que seduza e incline sua vontade para as coisas espirituais com deleite. Apegar-se ciosamente á leitura e audição da Bíblia. Não suportar um “outro Evangelho”, mas como crianças, desejar o puro leite espiritual da sã doutrina. Valorizar, ter em altíssimo apreço o ministério da exposição didática e sistemática da Bíblia e que esta seja realizada com unção e iluminação do Espírito Santo por parte do pregador e recebida com submissão e gratidão amorosa por parte da assembléia. O arrependimento, a confissão e o abandono de pecados e vícios, o choro clamoroso acompanhado pela vergonha de ter pecado, são coisas necessárias a uma Igreja e a um cristão que deseje ver e vivenciar as maravilhas do Senhor. O amor pela santidade do Senhor e pela própria também são verdades espirituais a serem cultivadas por quem deseja um princípio de vida nova. Enquanto clamamos e ansiamos por dias de glórias em nossa vida e Igreja, façamos com insistência a oração do profeta: “Aviva a tua obra, Ó Senhor, no decorrer dos anos, e no decurso dos anos, faze-a conhecida.” (Habacuque 3. 1 ARA).
Rev. Luiz Fernando
Seu pastor e amigo.

VÍDEO CULTO 15/05/2011

Já encontra-se no canal da Igreja os vídeos referentes ao Culto do dia 15/04.Está dividido em 2 partes.
Infelizmente por problemas técnicos não teremos o início nem o final do culto.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

MENSAGEM PASTORAL

Família, escola de virtudes.
“Meu filho, obedeça aos mandamentos de seu pai e não abandone o ensino de sua mãe.” (Pr 6. 20).

Deus criou o homem para participar de sua indizível alegria e quis que esta participação se desse por meio da família. Ao juntar Eva a Adão a mente do Criador projetava não só a união conjugal estável entre homem e mulher, mas fundava aí as bases inamovíveis da família. Pode-se afirmar com toda a certeza que a humanidade como raça e espécie é um ser programado para constituir e viver em família, e mais, é no seio da família que o processo de humanização acontece, onde as feições próprias da humanidade são delineadas, onde somos educados para viver em sociedade. Sem a família a própria noção de civilização perde seu sentido. Não obstante todas as conquistas científicas e tecnológicas de nossa contemporaneidade, uma ultrajante onda de desumanização assola sociedades inteiras. A decadência moral de algumas culturas chega a níveis intolerantes. A propaganda pornográfica que degrada a sexualidade humana, as campanhas para a descriminalização do aborto que atentam contra a sacralidade da vida e a legalização da prática da eutanásia que maculam a inviolabilidade da vida humana. Há também toda uma cultura para incorporar as drogas ao nosso cotidiano como meio de diminuir a violência e o homossexualismo como orientação sexual, uma opção como outra qualquer da vida. Os antropólogos afirmam que uma geração inteira já foi perdida para esta cultura de desconstrução da pessoa humana que passa necessariamente pela demolição da estrutura familiar, arquitetada por Deus desde os primórdios da história. Nossa tarefa como Igreja e como cristãos talvez não seja simplesmente preservar a instituição familiar como um dom divino. Estou convencido de que a família além de alvo de nossa atenção e de nosso cuidado pastoral, ela deve tornar-se também parte integrante do anúncio do Evangelho, isto é, o chamado para a fé em Cristo deve ser também um chamado para a refundação da família do neo convertido. Mas também a pregação doutrinária que visa a edificação dos que já estão em Cristo deve conter sempre uma instrução para a transformação dos lares em escolas de virtudes. Só a família é capaz de transmitir e viver aqueles valores mais fundamentais para a pessoa e a sociedade. Só a família, e, de maneira intransferível em sua missão, pode influenciar de maneira indelével o conjunto de valores que formam o coração da pessoa de tal maneira a incidir sobre a totalidade de seu comportamento. É no seio da família que as estruturas do coração são erguidas e solidificadas, por isso mesmo a urgência em penetrar e ambientar a família com a Palavra de Deus. Uma família que sofra as benfazejas influências da instrução Bíblica transforma por completo o seu estilo de vida, apegando-se ao projeto de felicidade concertado por Deus. Pela obediência às Escrituras o relacionamento conjugal é eivado de carinho, respeito, compreensão, cuidado, honra, dignidade, pureza, castidade e serviço. Pelo conhecimento e vivência da Bíblia a paternidade (e maternidade) além de responsável, adquire também autoridade e sabedoria para encaminhar os filhos na disciplina, justiça e verdade do Senhor. Pela celebração piedosa e pela posse graciosa das promessas de Deus os filhos passam a cumprir com dadivosidade o mandamento de honrar os pais, docilmente a eles se submetem criando assim um ambiente de segurança afetiva, emocional e psicológica na casa. Uma família assim forja em seus membros bons princípios de cidadania, altruísmo, solidariedade, civismo e etc. Uma família orientada pelas verdades das Escrituras tomará Fp 4.8 como seu estilo de vida: “tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas... E o Deus da paz estará com vocês.” Deus guarde e abençoe as nossas famílias!
Rev. Luiz Fernando
Seu Pastor e Amigo.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

ANIVERSARIANTES

ANIVERSARIANTES


11/05 - Almir R. Pereira;
12/05 - Kátia Celene G. Brandão;
13/05 - Agenor & Melina;
14/05 - Lara R. Pereira Grejo

Que Deus derrame ricas bênçãos  sobre todos.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

MENSAGEM PASTORAL

E a família, como vai?

“Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um descrente.” (1Tm 5.8).

Perguntar como vai a sua família nesta pastoral é apenas uma provocação. Desejo desafiá-lo a participar com grande alegria e interesse da SEMANA DA FAMÍLIA que terá lugar em nossa Igreja nesta próxima semana, de 02 a 07 de maio. Contudo, para além da alegria e do interesse eu desejaria mesmo que você participasse com toda a sua família também com um sentimento de urgência, necessidade e vigilância. Nossas famílias estão sob fortíssimo ataque do diabo. Não há um espaço da atividade humana em que a família não vem sendo desprestigiada. Nos ambientes culturais e artísticos cada vez mais a família é cada vez menos “convencional”, entenda-se isto a presença de pai e uma mãe (macho e fêmea) e os filhos. Os anciãos já nem figuram mais em novelas ou filmes como pessoas sábias e equilibradas, antes ou são doentes ou pateticamente apresentados como os bufões da história. No campo da educação, no afã de contextualizar a criança no mundo, os livros didáticos fazem da triste experiência comum dos lares desfeitos, dos múltiplos divórcios e incontáveis casamentos de pais e mãe como algo normal e que deva ser integrado em seu processo formativo sem nenhuma contestação. Também os projetos de leis que tramitam nas instâncias legislativas maiores de nosso país são assustadores. O Evangelho e a Igreja devem se posicionar veementemente contra toda forma de discriminação e intolerância, incluindo-se aqui os homossexuais. Contudo, essa posição estará sempre distante de concordar com este estilo de vida como uma opção e não um pecado. A união estável de pessoas do mesmo sexo, a permissão legal para a adoção de filhos e constituição de família e etc. são um atentado à família e ao próprio de Deus em sua autoridade sobre a criação. Também a cultura do consumismo e do crediário indiscriminado tem arruinado e afundado muitas famílias em dívidas desnecessárias e impagáveis. Há toda uma mentalidade que une bem-estar, felicidade e consumo como realidades indissociáveis, o quê gera instabilidade e um profundo senso de fracasso e insatisfação, que empurra as pessoas para relacionamentos cada vez menos estáveis e duradouros em busca de satisfazer-se no aqui e agora as suas carências. A mentalidade do consumismo provoca relacionamentos descartáveis. Não poderíamos deixar de falar aqui das igrejas do milagre imediatista. Aquelas realidades evangélicas que ensinam apenas buscar a Deus para as demandas do já e agora, como bens materiais, sucesso financeiro, na carreira profissional, no empreendimento e também em toda sorte de milagres. Não há nada de errado em buscar a direção e a bênção de Deus para estas coisas, mas é uma sandice buscar Deus só com este fim. Estas igrejas e esses movimentos evangélicos também contribuem no processo de erosão e alienação da família, pois ao atribuir todo mal á responsabilidade do inimigo, ou todo fracasso à falta de fé do que busca o milagre, os dois extremos são doentios e roubam o justo equilíbrio moral do indivíduo. Famílias compostas por membros assim ora se acusam por suas derrotas, ora se alienam e abrem mão de sua responsabilidade sobre os seus atos, o que gera grande desentendimento. Igrejas assim não possuem a consciência do pacto, não formam e não constroem comunidades formativas e protetoras das famílias como igrejas domésticas que são e nunca oferecem o devido cuidado pastoral. Por causa destas e de muitas outras realidades hostis e prejudiciais a família, à sua família, é que eu estou te convidando para vir ter conosco nestes dias de oração, estudo, ministração, aconselhamento, intercessão a fim de protegermos e educar nossas famílias no pacto de graça e da fidelidade de Deus e seu projeto original para o homem e a mulher, inalterado desde os dias do Éden e purificado também pelo sangue vertido na cruz. Venha e traga a sua família!
No zelo do Senhor
Rev. Luiz Fernando

SEMANA DA FAMÍLIA


Amados no Senhor,
Graça e felicidades.
 
Recordamos os queridos de nosso irrenunciável compromisso com a nossa família nesta semana.
Demonstre e prove seu amor incondicional pelos seus participando com alegria desta semana abençoadora, todos os dias, sempre a partir das 19h30.
 
Esperamos por você e sua família