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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

CATECISMO DE HEIDELBERG


Os 10 Mandamentos 

(Continuação)

113. O que Deus exige no décimo mandamento? R. Jamais pode surgir em nosso coração o menor desejo ou pensamento contra qualquer mandamento de Deus. Pelo contrário, devemos sempre, de todo o coração odiar todos os pecados e amar toda justiça (1). (1) Rm 7:7.

114. Mas aqueles que se converteram a Deus, podem guardar perfeitamente estes mandamentos? R. Não, não podem, porque nesta vida até os mais santos deles apenas começam a guardar os mandamentos (1). Entretanto, começam, com sério propósito, a viver não somente conforme alguns, mas conforme todos os mandamentos de Deus (2).(1) Ec 7:20; Rm 7:14,15; 1Co 13:9; 1Jo 1:8,10. (2) Sl 1:2; Rm 7:22; 1Jo 2:3.

115. Para que, então, manda Deus pregar os Dez Mandamentos tão rigorosamente, já que ninguém pode guardá-los nesta vida? R. Primeiro: para que, durante toda a vida, conheçamos cada vez melhor nossa natureza pecaminosa (1) e, por isso, ainda mais desejemos buscar, em Cristo, o perdão dos pecados e a justiça (2). Segundo: para que sempre sejamos zelosos e oremos a Deus pela graça do Espírito Santo, a fim de que sejamos cada vez mais renovados segundo a imagem de Deus até que, depois desta vida, alcancemos o objetivo, a saber: a perfeição (3). (1) Sl 32:5; Rm 3:20; 1Jo 1:9. (2) Mt 5:6; Rm 7:24,25. (3) 1Co 9:24; Fp 3:12-14.

ANIVERSARIANTES

Aniversariantes: 

06/11 - José Sebastião Franco;
11/11 - Neuza Rodrigues P. Canivezi; S.A.Fs
12/11 - Carlos Alberto Soares.

Que nosso Deus derrame ricas Bênçãos sobre todos!!!

MENSAGEM PASTORAL

Santificação – Parte I
“Ponham em ação a salvação de vocês com temor e tremor, pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar.” (Fp 2. 12,13).

Na semana passada, na classe do templo, surgiu a questão da eleição e se ela poderia ser evidenciada por algum sinal visível na vida do cristão, ou se esta eleição, por estar subordinada aos decretos eternos e SECRETOS de Deus não conservasse também um teor de mistério aos olhos humanos para que a Igreja não fosse levada a viver em orgulho desprezando os de “fora”. De fato, este perigo pode mesmo existir, contudo, não fica anulado o fato de quê pelos frutos se conhece a árvore. Transcrevo aqui parte de um artigo do Reverendo Augustus Nicodemus Lopes, PhD em Novo Testamento e Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Espero em Deus que a contribuição deste eminente teólogo e pensador Reformado ajude a amada Igreja.
1. A santidade é visível aos olhos humanos – Ela não acontece nas regiões celestiais apenas, no âmbito das relações invisíveis entre os crentes e Deus. Se por um lado já fomos santificados e glorificados em Cristo nas regiões celestiais – coisa que não podemos sentir nem ver – somos exortados a nos santificar diariamente pela mortificação da natureza pecaminosa e pelo revestimento das virtudes cristãs (cf. Colossenses 3.1-6). A neo-ortodoxia tem a tendência de colocar como transcendentes as manifestações práticas e visíveis da operação da graça de Deus no ser humano, interpretando conversão e santificação em termos psicológicos, apenas. Talvez seja por esse motivo que alguns neo-ortodoxos – note que não estou generalizando – consideram como sem importância fazer sexo antes do casamento, ir aos bailes e baladas, separar-se e casar de novo mais de uma vez, e usar palavrões e linguagem chula. Eles acabam esvaziando de sentido as declarações bíblicas sobre a necessidade diária e prática de uma vida separada do pecado e apegada aos valores cristãos.

2. A santidade é sinal da eleição – Muitos neo-ortodoxos negam isso, afirmando que os puritanos modificaram a doutrina da segurança da fé ensinada por Calvino. Os puritanos, com seu legalismo, teriam conectado a certeza de salvação à santidade e não á fé salvadora, como Calvino supostamente acreditava. Essa tese falsa já foi convincentemente refutada por muitos autores (recomendo o artigo de Paulo Anglada na revista Fides Reformata). Não precisamos dos puritanos para ver que a Bíblia ensina claramente que fomos eleitos para a santificação, e que sem santificação, ninguém verá ao Senhor (Hb 12.14). A santidade de vida – não estou falando de perfeição – é parte integrante da fé salvadora (Romanos 6). Santidade e fé salvadora são dois lados de uma mesma moeda. Tiago que o diga: “Fé sem obras é morta”. E no contexto, ele não estava falando de dar esmolas, mas de obedecer a Deus mesmo ao custo do que nos é mais precioso, como os exemplos de Abraão e Raabe demonstram (Tiago 2). Deixando de considerar a santificação como sinal da eleição para a vida eterna e adotando a fé como esse sinal, adotam uma base subjetiva para a segurança de salvação e correm o risco de se enganarem quanto à sua experiência religiosa, pois desta forma, podem se considerar salvos mesmo que não haja sinais visíveis da santificação entre eles.

3. A santidade é experimental – com isso quero dizer que podemos experimentá-la. Podemos viver, sentir e experimentar a vitória sobre as tentações interiores e exteriores. Sentimos e experimentamos grande gozo, alegria e deleite nas coisas de Deus. Sei que muitos vão se espantar com isso, mas declaro acreditar que reações físicas como tremer, chorar, emocionar-se, são perfeitamente válidas, se são resultado da pregação da Palavra de Deus na mente e no coração. Neo-ortodoxos tendem a considerar toda manifestação religiosa emocional como pentecostalismo, esquecidos de que a tradição reformada à qual dizem pertencer reconhece que a ação graciosa do Espírito na santificação por vezes produz efeitos profundos em nossa estrutura emocional. Eu sou contra emocionalismo e a manipulação e exploração das emoções. Mas, já chorei de alegria diante de Deus ao meditar na sua graça, já solucei amargamente, prostrado, por causa dos meus pecados, já senti uma paz que ultrapassa qualquer descrição ao enfrentar grandes tentações. O processo de santificação inevitavelmente passa pelas emoções – não é somente uma coisa da mente. E isso não é pietismo e nem pentecostalismo, como geralmente os neo-ortodoxos pensam...

 Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie

sábado, 5 de novembro de 2011

FRASES

"Os erros jamais podem ser arrancados do coração humano, enquanto não for nele implantado o verdadeiro conhecimento de Deus."

João Calvino
As institutas - edição Clássica Vol.1

UTILIDADE PÚBLICA IPC-ITAPIRA

CAMPANHA CADASTRAMENTO DOADORES DE MEDULA ÓSSEA


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

AVISOS IPC-ITAPIRA

CENTRO MISSIONÁRIO CULTURAL

Amados  hoje, 03/11 haverá estudo no Centro Missionário Cultural.
Horário: 20:00
Endereço para quem ainda não conhece: Rua Ângelo Malandrim, 237 - Jd. Paraíso (perto da casa da Edmêe).
Contamos com sua presença para esse rico trabalho.
"A desventura persegue os pecadores, mas os justos serão galardoados com o bem" (Pv 13.21)
Igreja Presbiteriana Central de Itapira
Rua Campos Salles, 92 
Fone:(19) 3863 1706

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ÁLBUM DE FOTOS IPC-ITAPIRA

OUTORGA DE EMERÊNCIA DIÁCONO SEBASTIÃO FRANCO

Já se encontra em nosso álbum, as fotos referentes ao Culto pela Outorga e Emerência do Diácono Sebastião Franco pelos 25 anos (5 mandatos)  de serviço de diaconia prestados a Igreja Presbiteriana Central de Itapira:

FOTOS





Emerência do Diácono José Sebastião Franco

O Senhor José Sebastião Franco, nasceu em 06 de Novembro de 1936, na cidade de Mogi Mirim/SP, filho do Sr. João Franco (in memorian) e Sra. Ana Maria Antunes Franco (in memorian), passeando pela cidade de Itapira/SP, conheceu a jovem Nadir Rodrigues Pereira, filha do Presbitero Benjamim Rodrigues Pereira Filho (in memorian) e Sra. Nayr Fray Pereira (in memorian) com quem se casou em 19 de Janeiro de 1974, passando assim a residir aqui na cidade de Itapira, onde tiveram dois filhos, Marcelo Pereira Franco (in memorian) e Tiago Pereira Franco. 

O Sr José Sebastião em 1975 após o falecimento de seu primeiro filho começou a freqüentar a Igreja Presbiteriana de Itapira, mas foi no ano de 1981 que fez sua púbica profissão de fé, convencido da graça de Deus e seu chamado eficaz, dedicou se ao ministério de visitas com fins piedosos, aproveitando a oportunidade na entrega de folhetos e pregação do evangelho. 

Em 1986 foi eleito diácono pela primeira vez, participando das reuniões da Junta Diaconal sempre com muita alegria e disposição em servir, destaca se que dois oficiais diáconos foram seus grandes companheiros, o Diácono Sr João Camargo Margarido (in memorian) e Diácono Virgílio Avancini; dedicando se assim a ajudar os necessitados, doentes e inválidos. Realizavam freqüentes visitas aos encarcerados na Cadeia Pública e em Penitenciárias. Sempre ajudou também na manutenção da ordem e reverência nos lugares reservados ao serviço divino, exercendo a fiscalização para que houvesse boa ordem na Casa de Deus e suas dependências. 

Ainda hoje, quando está bem de saúde gosta de participar das campanhas de evangelização e de fazer visitas, sempre aproveitando a oportunidade em falar de Jesus e o plano da salvação.