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sábado, 14 de novembro de 2015

LITURGIA DO CULTO

LITURGIA DO CULTO
15 DE NOVEMBRO DE 2015.


CANTINHO DA ORAÇÃO IPC-ITAPIRA

CANTINHO DA ORAÇÃO IPCI
Rev. Luiz Fernando e família; Oficiais Presbíteros, Diáconos e famílias; Sem. Hélber e família; Cleber Cavalari (família); Helena Tellini (saúde); Ida (saúde); Maria Zanelato (saúde e desaparecimento do filho Nilson); Adriana Rizzi (saúde); Saulo Camilo (saúde); Jacir Cordeiro (saúde); Edite Bologna (saúde); Marcelo Bologna e família; Roseli, e Nesia Bologna (saúde); Lucia Helena Ranzato (saúde); Rubens B. Chaves (problemas pessoais); Virgílio Avancini (saúde); Edmee e Família; Teonilio Lellis e Benedita Rizzi (saúde); Paulo S. Cavenaghi (saúde); Joelma (saúde, irmã da Jane); Nilton Tadeu (saúde); Cláudio Marcos (saúde); Paulo Zelante e família; José Evaristo (saúde); Taís Hara (trabalho); João Anicio Jangelm (saúde); Karen Cristina Marim (saúde); João Batista (conforto e consolo); Thiago Rizzi (Saúde), Josias Novaes (saúde). Sr. Armando Rocha (Problemas de saúde - Pai da Cristina). Ricardo Samogin (saúde).

AVISOS IPC-ITAPIRA

AVISOS IPCI

20.11, ás 16H, Chá da 3ª Idade.
21.11, 19:30h Culto em inglês
27.11, 19:30h - Cine Missão
28.11, ás 19:45, Casamento Alexandre e Karen.
29.11, Data Limite Para Entrega dos Livros das Sociedades.

ANIVERSARIANTES IPC-ITAPIRA

ANIVERSARIANTES IPCI
16/11- Mariana G. Brandão
18/11- Michael Fracarolli
21/11- Nadir R. P. Franco
Tales B. de Souza

Que nosso grande Deus derrame ricas Bênçãos sobre todos!!!

MENSAGEM PASTORAL

Olhos fixos em Jesus
“Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus” (Hb 12.2).

O título desta pastoral é uma solene advertência das Sagradas Escrituras para cada cristão em particular, mas também para a totalidade da igreja. No que tange a vida pessoal de um cristão o que não lhe falta é a ocasião para retirar os olhos de Jesus. São as preocupações normais do dia a dia, as solicitações da vida e sua frenética correria, os muitos improvisos e infortúnios que não raras vezes nos tiram o equilíbrio. Há também a cultura do entretenimento que nos pressiona a todo instante para que desviemos o nosso olhar da realidade e das questões mais essenciais de nossa existência com o discurso de que relaxar e soltar as rédeas, descansar a mente, dar um tempo é a única saída para suportar essa vertiginosa época em que vivemos. Dentro deste contexto temos ainda as redes sociais que solicitam a nossa resposta imediata ao menor toque de que uma mensagem do ‘wathsapp’ traz as últimas notícias, por exemplo. A Igreja também pode facilmente desviar o seu olhar de Jesus. Basta que as Escrituras percam milímetros de sua posição no centro da vida da comunidade de fé para que nossos olhos se desviem quilômetros de distância de Jesus. Isso acontece quando a exposição das Escrituras são substituídas por pregações de auto ajuda, dramatizações, apresentações musicais, jograis, testemunhos, filmes, palestras inteligentes para se resolver dramas e questões do cotidiano e etc. Quando em uma igreja a programação de atividades “extra púlpito”  são mais privilegiadas, tais como chás para as mulheres, campanhas de milagres e busca de bênçãos e curas,  almoços e jantares temáticos para fomentar a comunhão e etc. não demora muito e nossos olhos já não estão mirados em Jesus. Uma igreja perde Jesus de vista quando o culto é pensado para agradar os de fora, atrair os incrédulos, afagar os egos, contentar a plateia e não se dirige exclusivamente a exaltação da glória de Deus e a proclamação das excelências de Cristo. Neste culto que põe o homem e a suas demandas no centro de suas preocupações Jesus não passa de uma reminiscência bíblica, de um coadjuvante, de uma expressão religiosa com a qual pomos fim ás nossas orações, quando elas existem. Mas, há um lugar comum onde o cristão individualmente e uma igreja perdem Jesus de vista, este lugar é a inexistência de vida de oração fervorosa, disciplinada e apaixonada. Quando um cristão deixa de orar em particular, deixa de cultivar um tempo em seu ‘quarto secreto’, não investe numa relação a sós e pessoal com o Pai, o Senhor Jesus vai deixando de ser necessário, relevante, essencial e presente em sua vida. Sem a oração nenhuma bênção pode ser acessada. Sem oração nenhuma graça pode ser apossada com proveito pelo cristão. Pois, todas as bênçãos prometidas e todas as graças disponíveis nos vem por Cristo, sem Ele, o Pai não nos atende, não consente em dar-nos o que necessitamos. Sem oração em nome e nos mérito de Cristo o acesso a Deus o Pai nos é tanto impossível quanto nosso esforço ou desejo de alguma coisa d’Ele inútil para nós.  Também uma igreja quando negligencia os seus deveres coorporativos para com a oração tem a sua vida de comunhão, serviço e testemunho bastante prejudicada. Uma igreja que não ora perde poder espiritual para o combate com as potestades que escravizam este mundo caído, vive desorientada e perdida confundindo evangelização com proselitismo, amor e comunhão com sociabilidade, serviço com cargos e por aí vai. Quando uma igreja vive centrada na oração Jesus como cabeça e Senhor doa-lhe o Espírito sem medida para que haja poder no púlpito, graça no serviço, autenticidade no testemunho, amor recíproco entre os irmãos e amor sacrificial pelos perdidos e alienados de Cristo. Faz toda a diferença do mundo ter os olhos em Jesus ou não. Os evangelhos narram dois episódios com o apóstolo Pedro. No primeiro deles, durante uma tempestade, Jesus caminha sobre as águas ao encontro dos discípulos temerosos em meio ao mar encapelado e das rajadas de vento e Pedro pede para ir ao encontro do Mestre. Jesus consente no pedido e Pedro começa a caminhar sobre as águas como Jesus, mas, quando Pedro desvia por um átimo de segundo os olhos de Jesus e se deixa impressionar pela força do vendaval imediatamente começa a afundar (Mt 14. 22-33). Em outro episódio, Pedro acabara de negar seu amigo e Senhor, o galo canta fazendo recordar amargurado a profecia cumprida de sua covardia, todavia, quando seus olhos cruzam com os de Jesus o remorso doloroso cede seu lugar para um coração arrependido, envergonhado e quebrantado, pronto para o perdão e a restauração (Lc 22. 61-62). Jamais tiremos nossos olhos de Jesus e a sua luz nunca nos abandonará.

Reverendo Luiz Fernando
 é Ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil em Itapira

sábado, 31 de outubro de 2015

LITURGIA DO CULTO

LITURGIA DO CULTO
01 DE NOVEMBRO DE 2015.


CANTINHO DA ORAÇÃO IPC-ITAPIRA

CANTINHO DA ORAÇÃO IPCI

Rev. Luiz Fernando e família; Oficiais Presbíteros, Diáconos e famílias; Sem. Hélber e família; Cleber Cavalari (família); Helena Tellini (saúde); Ida (saúde); Maria Zanelato (saúde e desaparecimento do filho Nilson); Adriana Rizzi (saúde); Saulo Camilo (saúde); Jacir Cordeiro (saúde); Edite Bologna (saúde); Marcelo Bologna e família; Roseli, e Nesia Bologna (saúde); Lucia Helena Ranzato (saúde); Rubens B. Chaves (problemas pessoais); Virgílio Avancini (saúde); Luiz Carlos de Oliveira (saúde); Teonilio Lellis e Benedita Rizzi (saúde); Paulo S. Cavenaghi (saúde); Joelma (saúde, irmã da Jane); Nilton Tadeu (saúde); Cláudio Marcos (saúde); Paulo Zelante e família; José Evaristo (saúde); Taís Hara (trabalho); João Anicio Jangelm (saúde); Karen Cristina Marim (saúde); João Batista (conforto e consolo); Thiago Rizzi (Saúde), Josias Novaes (saúde). Sr. Armando Rocha (Problemas de saúde - Pai da Cristina).

AVISOS IPC-ITAPIRA

AVISOS IPCI

SEMANA DE ORAÇÃO:
TER. Rev Luiz Fernando; QUA. SAF; QUI. Eliseu.

06,07 de Novembro 2015
Reunião do Presbitério de Campinas


ANIVERSARIANTE IPC-ITAPIRA

ANIVERSARIANTES IPCI

01.11 Isolete Soares
03.11 Elizabeth Manoel
Antônio E. Bauduco
Daniel & Sílvia Cestari
06.11 José S. Franco

 Que nosso grande Deus derrame ricas Bênçãos sobre todos!!!

MENSAGEM PASTORAL

Todos os Santos
“Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade” (2 Ts 2.13).

A Igreja católica Romana comemora em seu calendário litúrgico no dia de hoje a festa de todos os santos. Esta é uma data interessante para a Igreja Reformada. Martinho Lutero aproveitou o Ofício de Vésperas desta festa para afixar as suas noventa e cinco teses, seguro evidentemente, que no dia seguinte haveria grande afluxo de pessoas para a missa e assim seu manifesto teria grande publicidade. Todavia, é sempre uma oportunidade, também para nós cristãos evangélicos do século 21, aproveitar a data para aprofundarmos a nossa distinção em relação aos católicos. Hoje, evidentemente, sem qualquer tipo de ataque ou preconceito, apenas para que nós mesmos tenhamos muito claro em nossa mente quais os nossos distintivos teológicos. Para os católicos romanos a proclamação oficial da santidade de um de seus membros tem um longo, burocrático e oneroso caminho a percorrer. Muitas provas e contra provas precisam ser levantadas num processo muito rigoroso. Testemunhos são colhidos, se o santo ou santa em causa escreveu ou ensinou alguma doutrina, seus escritos são submetidos à rigorosa investigação para ver se nenhuma distorção ou heresia é encontrada. No caso de milagres de curas depois de decorrido um tempo, peritos nas mais variadas áreas das ciências médicas são consultados para se constatar se ali há uma suspensão da ordem natural e uma intervenção sobrenatural. Claro que os cientistas apenas tentam provar que não há explicação científica possível para o fenômeno. A constatação de milagre cabe á autoridade religiosa. Depois deste processo, o homem e a mulher tendo sido aprovados em suas vidas como aqueles que viveram em alto grau de virtudes em fim são declarados santos e colocados para os católicos como exemplos de piedade, vida santa e na função de intercessores. Para nós cristãos evangélicos o caminho é bem mais curto e todo o processo se dá ainda quando estamos vivos, porém não sem sacrifícios e exigência muitas provas que são os frutos. São declarados santos todos quantos receberam a Cristo como seu Senhor e único e suficiente Salvador pessoal. São santos todos quantos agora alcançados pela maravilhosa graça do evangelho viram os seus pecados perdoados na cruz e receberam a justiça de Cristo em suas almas e com ela a adoção de filhos e o espírito de santificação. São santos porque receberam luz, graça, entendimento e forças espirituais para lutarem dia e noite contra o pecado ainda residual em suas almas, lutar contra as tentações do mundo e os ataques do maligno (Ef 6.11). São santos porque receberam a Palavra de Deus em seus corações e agora buscam com o auxílio do Espírito Santo modelar a sua prática, a sua ética e o seu estilo de vida pelo altíssimo padrão das Escrituras. Mas, descobriram que não são santos para si mesmos, antes, chamados com santa vocação, isto é, separados para o serviço exclusivo de Deus. Para tanto, não precisamos nos alistar em um mosteiro ou convento. Não precisamos fazer votos especiais de pobreza, castidade e obediência e nem mesmo abrir mão de qualquer bem desta vida, apenas saber usá-lo como administradores, como mordomos de Deus na criação. Pelo contrário, nosso chamado a santidade supõe o mundo e as suas vicissitudes (Jo 17. 15-18). Por isso nos casamos, temos filhos, trabalhamos em qualquer ramo de atividade lícita e honesta, nos fazemos presentes na arte, na cultura, na política e claro, no ministério eclesial e em missões. Nosso chamado a santidade desconhece a separação entre secular e sagrado, entre religioso e profano. A terra pertence ao Senhor e tudo o que ela encerra (Sl 24.1; 1Co 10.26). Tudo o que fazemos quer comamos, quer bebamos, ou qualquer outra coisa, nós o fazemos para o Senhor (1Co 10.31). Também não ignoramos que a nossa santificação implica nos tornarmos exemplos de virtude e modelo para os nossos irmãos e para com os de fora da igreja (1Pe 5.3; 1Ts 1.7; 1Tm 4.12; Cl 4.5). Na Igreja católica, os santos quando chegam “às honras do altar” são proclamados intercessores porque agora são íntimos de Jesus. Nossa condição de santos também nos dá esta capacidade, mas não depois de mortos, mas aqui e agora. Somos instados a erguer nossas mãos sem animosidade e em santidade intercedendo por toda classe de homens e em todas as circunstâncias e o fazemos exatamente por nossa amizade e intimidade com Jesus desde agora. Tanto é verdade que ele mesmo nos deu a liberdade de usar o nome dele para pedir qualquer coisa ao Pai, um milagre inclusive (1Tm 2.8; Jo 14.13-14; Jo 16.23,26). Os evangélicos são todos santos? Infelizmente não! O que só prova que nunca receberam nem viveram de fato o Evangelho. A Palavra de ordem para os cristãos é: Santos hoje, santos agora, santos já, para sermos santos para sempre.

Rev. Luiz Fernando Dos Santos 
É Ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil em Itapira