sábado, 25 de fevereiro de 2017

CANTINHO DA ORAÇÃO IPC-ITAPIRA

CANTINHO DA ORAÇÃO IPCI 

Rev. Luiz Fernando e família; Presbíteros, Diáconos e famílias; Sem. Hélber e família; Cleber Cavalari (família); Helena Tellini (saúde); Ida (saúde); Maria Zanelato (saúde e desaparecimento do filho Nilson); Saulo Camilo (saúde); Jacir Cordeiro (saúde); Edite Bologna (saúde); Marcelo Bologna e família; Roseli Bologna e Zildo Silva (saúde); Virgílio Avancini (saúde); Edmee e família; Teonilio Lellis e Benedita Rizzi (saúde); Joelma (saúde, irmã da Jane); Nilton Tadeu (saúde); Cláudio Marcos (saúde); Paulo Zelante e família; José Evaristo (saúde); Donisete e Maria (conversão, pais Tais Hara); João Jangelm (saúde); Thiago Rizzi (saúde), Josias Novaes (saúde), Ricardo Samogin (saúde); Hilda Rigoni (saúde); Patrícia Margarido (saúde), Beatriz (problemas pessoais, prima Beth Manoel); Adesenir e família; Assunção Maria (saúde); Firmino O. Vieira (saúde); Maria Rosa R. Pereira (saúde), Adriana Rizzi (saúde), Jefferson Pupo (saúde, filho Neusa Pupo); Neusa Pupo (saúde); Maria da Penha Sartorelli, Jamila Sartorelli; Rute Camilo (saúde); Anadege (saúde); Júlio César Paganini (problemas pessoais); Airton Canivezi (saúde);Júlia Maria dos Santos (saúde, mãe Maria Rocha); Solange Sanches (saúde); Paulo Ferro (saúde), Luciano Grejo (saúde).

AVISOS IPC-ITAPIRA

AVISOS IPCI

24-28/02 – Retiro de Carnaval.
04/03 – Treinamento para professores da EBD, mestras e dirigentes de grupos familiares.
12/03 – 9h00 Assembleia Extraordinária para Outorga de Emerencias.

ANIVERSARIANTES IPC-ITAPIRA

ANIVERSARIANTES IPCI

26/02 – Benvindo Rodrigues Pereira
Wilson Soares
Samuel F. de A. Jeske 
28/02 – Daiana Cristina da S. Preti
01/03 – Claudia Canavezi Ferreira
Samuel Amâncio da Costa
03/03 – Bruno Rodrigues Pereira
04/03 – Benedita Fátima E. Bueno

Que nosso grande Deus derrame ricas Bênçãos sobre todos!!!



MENSAGEM PASTORAL

O contínuo aprendizado da liberdade
“Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres”        (Jo 8.36).
Parece estranho, mas não sabemos ser livres. Queremos, mas não sabermos ser. Não nos sentimos confortáveis com a liberdade e raras vezes sabemos desfrutar dela com proveito. A liberdade é o nosso maior dom e também o nosso maior desafio. Comumente pensamos em liberdade como a remoção de todos os entraves éticos e de todos os contornos de moralidade. Julgamos que livre é aquele que faz o que quer, quando quer, como quer sem prestar contas ou dar maiores satisfações. Liberdade parece ser não deixar-se definir ou moldar por coisa alguma, é não possuir padrões ou referenciais absolutos.  Por isso mesmo, liberdade virou sinônimo de “politicamente correto”, de “vivo e deixo viver”, “meu corpo, minhas regras”, “eu me defino sexualmente”, “se é comum é porque é normal” e etc. Nessa exacerbação do que se pensa como liberdade há uma escravidão e uma ditadura em voga, que absurdamente todos parecem cegos para ela, é a ditadura do relativismo. Relativismo é aquela doutrina filosófica e aquele estilo de vida que nos força a viver apenas do momento, da lógica da conveniência, pois o que pode ser certo pra mim, pode muito bem não ser o correto pra você. E assim, todos estão certos e ninguém tem razão e cada um leva a vida do jeito que achar melhor, não importando com o que é verdadeiro.  Qual a origem desse estado de coisas? Claro, o mau uso que Adão e Eva fizeram de sua imensa liberdade no paraíso. Uma liberdade nunca mais desfrutada pelo homem, até que fosse redimido por Cristo e até que entre na glória. Adão e Eva eram livres, mas nunca foram infinitamente livres. Não é possível que haja dois seres infinitamente livres, se não, os dois seriam deuses. E, como há um só Deus, esse sim libérrimo, Adão e Eva como criaturas, gozavam uma liberdade imensa sim, com o limite de não poderem comer da arvore da ciência do bem e do mal. Aqui estava o limite para aquela imensa liberdade. Essa liberdade incluía também, a faculdade para não pecar e também, para fazê-lo. Livremente escolheram transgredir, desejaram ser mais livres do que eram, desejaram a liberdade que é própria somente a Deus. Você sabe as consequências disso. Seus descendentes (nós) passaram a ter dificuldades noéticas, espirituais, morais e físicas quanto à noção de liberdade. Logo se acharam escravos do pecado e de suas paixões caídas. Mais tarde, para restringir o mal, assinalar a malignidade do pecado, instruir as mentes e provocar “desespero” pela salvação e a necessidade de um Salvador, todos foram como que escravizados, submetidos sob Lei. A Lei não foi dada para salvar, antes apontava para a presença do pecado na carne, na mente, no coração, na alma. Assim, a Lei também apontava para um padrão de vida onde haveria verdadeira liberdade, no coração entregue a Deus em amor e submissão, na recusa aos ídolos, na guarda de um dia santificado, no respeito amoroso e voluntário para com as autoridades, no amor generoso cuidador para com o próximo e a sacralidade de seus bens e seus corpos. A lei queria indicar que na prática constante e fiel dessas coisas, o homem experimentaria de novo, harmonia, paz e relações adequadas com Deus, com os homens e o restante da criação, em plena liberdade. A Lei apontava para tal, mas a sua observância era impossível, exatamente porque não éramos livres para obedecer, nossos pecados nos arrastavam após si para fazermos o que desagradava a Deus e a nós mesmos, sem poder evitar, sem liberdade para isso. Agora em Cristo, estamos livres outra vez. Agora, pela obra de Cristo e pelo transbordamento de sua graça, temos liberdade para evitar o mal, fazer o que é bom, justo, honroso, que mereça louvor, que dê gozo verdadeiro á nossa alma, que glorifique a Deus, que ame os irmãos e cuide e proteja a ordem social e a natureza. E como sabemos que coisas são essas? Voltando para a Lei! Ela nos dá o exato padrão da liberdade. Ela nos instrui e nos ensina que ser livres não é fazer o que queremos e o que sentimos vontade, a despeito do julgamento alheio. Liberdade é fazer o que é justo, certo, verdadeiro e adequado, a despeito dos meus desejos e das minhas inclinações. Nossa liberdade em Cristo não nos deixa escravizar por qualquer coisa que ofenda a Deus, nem mesmo aquelas com aparência de piedade ou de religião, que na verdade não passam da imaginação de homens que não sabem o que fazer com a própria liberdade. Não há maior escravidão do que fazer somente aquilo para o qual se é inclinado, sem poder resistir, sem ter a vontade de não fazê-lo. Venha para a liberdade dos filhos de Deus.
Reverendo Luiz Fernando 
é Ministro da Igreja Presbiteriana Central de Itapira

CANTINHO DA ORAÇÃO IPC-ITAPIRA

CANTINHO DA ORAÇÃO IPCI

Rev. Luiz Fernando e família; Presbíteros, Diáconos e famílias; Sem. Hélber e família; Cleber Cavalari (família); Helena Tellini (saúde); Ida (saúde); Maria Zanelato (saúde e desaparecimento do filho Nilson); Saulo Camilo (saúde); Jacir Cordeiro (saúde); Edite Bologna (saúde); Marcelo Bologna e família; Roseli Bologna e Zildo Silva (saúde); Virgílio Avancini (saúde); Edmee e família; Teonilio Lellis e Benedita Rizzi (saúde); Joelma (saúde, irmã da Jane); Nilton Tadeu (saúde); Cláudio Marcos (saúde); Paulo Zelante e família; José Evaristo (saúde); Donisete e Maria (conversão, pais Tais Hara); João Jangelm (saúde); Thiago Rizzi (saúde), Josias Novaes (saúde), Ricardo Samogin (saúde); Hilda Rigoni (saúde); Patrícia Margarido (saúde), Beatriz (problemas pessoais, prima Beth Manoel); Adesenir e família; Assunção Maria (saúde); Firmino O. Vieira (saúde); Maria Rosa R. Pereira (saúde), Adriana Rizzi (saúde), Jefferson Pupo (saúde, filho Neusa Pupo); Neusa Pupo (saúde); Maria da Penha Sartorelli, Jamila Sartorelli; Rute Camilo (saúde); Anadege (saúde); Júlio César Paganini (problemas pessoais); Airton Canivezi (saúde);Júlia Maria dos Santos (saúde, mãe Maria Rocha); Solange Sanches (saúde), Luciano Grejo (Saúde).

AVISOS IPC-ITAPIRA

AVISOS IPCI

19/02 – Reunião com os pais das crianças do culto da noite no horário da aula da EBD.

20/02 – 20h00 Lectio Divina com os Presbíteros.

24-28/02 – Retiro de Carnaval

ANIVERSARIANTES IPC-ITAPIRA

ANIVERSARIANTES IPCI

20/02 – André Pereira da Silva
21/02 – Sandro Guedes de Oliveira
23/02 – Éder Baptista Pereira
Assunção e Jadyr Canavezi
24/02 – Matheus Cardoso Balduco
25/02 – Flávia de Oliveira Pereira

Que nosso grande Deus derrame ricas Bênçãos sobre todos!!!

MENSAGEM PASTORAL

Sensação de segurança
“Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: De onde me vem o socorro?... O Senhor é o seu protetor; como sombra que o protege, ele está à sua direita... O Senhor o protegerá de todo o mal, protegerá a sua vida. O Senhor protegerá a sua saída e a sua chegada, desde agora e para sempre” (Salmos 121.1,3, 7,8).

A nossa sociedade anda violenta como nunca. Mesmo as pequenas localidades, aquelas que antes habitavam o desejo de muitos quando tentados a fugir dos grandes centros, já não respiram sossego e nem transmitem um sentimento de paz e tranquilidade. Estamos todos assustados, sobressaltados, olhando sobre os ombros, atentos a qualquer movimentação diferente perto de nossas casas ou de nosso carro quando em deslocamento por vias menos movimentadas. Os habitantes dos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro viveram dias de profunda impotência e grande abatimento com a sensação de insegurança à sua volta, sentiram-se abandonados e desprotegidos devido ao movimento de paralisação dos trabalhos das Polícias Militares daquela região. A sensação de segurança é tão importante quanto a certeza da segurança em si. Deus quer que seus filhos tenham não só a certeza de que somos guardados por Ele e que nossas vidas estão em suas mãos, mas quer que nós tenhamos na alma e no coração a sensação de que nunca estamos abandonados. Esta é a experiência que Davi, autor do Salmo 121, quis transmitir a nós por inspiração divina. O contexto do Salmo 121 é o da perda emocional e afetiva de Davi quando soube da morte de seu mentor e protetor Samuel, juiz, profeta e sacerdote em Israel. Ao receber a notícia, certamente Davi sentiu profundo abatimento em sua alma e foi levado a sentir-se abandonado, desorientado e como que engolido pela dureza da realidade da morte. Todavia, o Espírito Santo, como consolador que é, não permitiu que o Rei-poeta de Israel ficasse refém da tristeza e sentindo-se desamparado. O Espírito Santo coloca no coração e nos lábios de Davi um poema que é um verdadeiro convite à restauração e a confiança em Deus que provoca bem-estar emocional e a sensação de segurança. Davi é instado a levantar o seu moral levantando os segurança. Davi é instado a levantar o seu moral levantando os olhos para as alturas onde Deus está. Davi recebe a ordenança de não fixar em demasia os olhos nas circunstâncias e nos fatos e a não querer buscar respostas no mesmo plano dos acontecimentos. Davi é orientado a olhar para além e para cima da realidade, fixando os seus olhos no Senhor donde provém o auxílio, o socorro, a ajuda para qualquer situação existencial. Tirar os olhos de nossos medos e anseios e coloca-los em Deus é o primeiro passo para devolver a serenidade aos nossos corações, como fez Davi. O Salmo 121 não nos garante a isenção de dificuldades. Davi tinha um caminho a percorrer, uma peregrinação para completar. Mais tarde, os judeus usaram esse Salmo na preparação e durante o transcurso de suas viagens a Jerusalém. Tanto Davi como os milhares de peregrinos depois dele, para chegar em Jerusalém sabiam dos perigos que os rondavam dia e noite. Esses perigos eram reais, assaltantes, pestes, animais selvagens, acidentes. Deus não lhes dava uma rota segura, mas uma companhia fortalecedora, encorajadora e os amparava nas dificuldades para vencer seus próprios medos e também livramentos. Mas, nunca lhes oferecera uma viagem tranquila e sim uma chegada segura. Assim também nós, os leitores do salmo 121 milhares de anos depois, somos convidados a descansar na promessa do Senhor em fazer-se uma companhia diuturna ao nosso lado, como uma sombra a nos guardar, proteger, animar, encorajar e consolar durante a peregrinação de cada dia. Como cristãos estamos numa peregrinação. Entre a maternidade e o cemitério, o berço e o túmulo, enquanto estamos aqui, não estamos em casa, estamos numa peregrinação para o nosso lar definitivo, na Jerusalém celeste. Para lá, para o alto, onde Cristo nos espera, elevamos os nossos olhos pedindo socorro, auxílio, ajuda, proteção e orientação enquanto caminhamos. Durante o percurso, assim como Davi, recebemos algumas notícias tristes. Como os peregrinos, somos acometidos por qualquer coisa capaz de roubar nossa paz e destruir a nossa alegria e mesmo assim, não somos tomados de desespero, não somos consumidos pela tristeza e nem nos afundamos em autocomiseração. E por que? Porque o Senhor caminha conosco e guarda a nossa entrada e a nossa saída, não dorme, não cochila aquele que nos vigia, temos a todo o tempo a sensação de que estamos seguros e podemos com confiança tocar a nossa vida. Cristo, em seu calvário, na cruz, suportou o supremo abandono e desamparo do Pai em nosso favor e em nosso lugar para que nós, em nossa peregrinação, jamais sentíssemos o peso de tão horrível sensação. Entregue o seu caminho a Deus e ainda que as forças deste mundo te abandonem, a sensação e a certeza do amor de Deus jamais te deixarão.

Reverendo Luiz Fernando Dos Santos
 Ministro do Evangelho na Igreja Presbiteriana Central de Itapira.

CANTINHO DA ORAÇÃO IPC-ITAPIRA

CANTINHO DA ORAÇÃO IPCI

Rev. Luiz Fernando e família; Presbíteros, Diáconos e famílias; Sem. Hélber e família; Cleber Cavalari (família); Helena Tellini (saúde); Ida (saúde); Maria Zanelato (saúde e desaparecimento do filho Nilson); Saulo Camilo (saúde); Jacir Cordeiro (saúde); Edite Bologna (saúde); Marcelo Bologna e família; Roseli Bologna e Zildo Silva (saúde); Virgílio Avancini (saúde); Edmee e família; Teonilio Lellis e Benedita Rizzi (saúde); Joelma (saúde, irmã da Jane); Nilton Tadeu (saúde); Cláudio Marcos (saúde); Paulo Zelante e família; José Evaristo (saúde); Donisete e Maria (conversão, pais Tais Hara); João Jangelm (saúde); Thiago Rizzi (saúde), Josias Novaes (saúde), Ricardo Samogin (saúde); Hilda Rigoni (saúde); Patrícia Margarido (saúde), Beatriz (problemas pessoais, prima Beth Manoel); Adesenir e família; Assunção Maria (saúde); Firmino O. Vieira (saúde); Maria Rosa R. Pereira (saúde), Adriana Rizzi (saúde), Jefferson Pupo (saúde, filho Neusa Pupo); Neusa Pupo (saúde); Maria da Penha Sartorelli, Jamila Sartorelli; Rute Camilo (saúde); Anadege (saúde); Júlio César Paganini (problemas pessoais); Airton Canivezi (saúde), Luciano Grejo (Saúde).

AVISOS IPC-ITAPIRA

AVISOS IPCI

18/02 – 19h00 Lectio Divina com a UPA, UMP e Jovens do Jd. Raquel.
19/02 – Reunião com os pais das crianças do culto da noite no horário da aula da EBD.
24-28/02 – Acampamento de Carnaval, inscrições com Ariane e Miriam até hoje.

ANIVERSARIANTES IPC-ITAPIRA

ANIVERSARIANTES IPCI

13/02 – Marta Melina M. Camargo
15/02 – Ian Guedes G. de Oliveira
Ana Beatriz G. de Oliveira
17/02 – Evandro Rodrigues Pereira
Karin Cristina R. Pereira
18/02 – Ívore Campos de Mira

Que nosso grande Deus derrame ricas Bênçãos sobre todos!!!

MENSAGEM PASTORAL

Sou Feliz com Jesus

“Se somos filhos, então somos herdeiros; herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, se de fato participamos dos seus sofrimentos, para que também participemos da sua glória” (Rm 8.17).

O Hino Aflição e Paz é um clássico da hinódia protestante. Talvez seja mesmo um dos hinos mais amados e mais executados em nossas liturgias mais conservadoras. O histórico deste hino merece ser publicado aqui para fundamentar a nossa reflexão: “Este hino tem uma letra muito confortante e foi escrito por Horatio Gates Spafford em um momento de muita dor. Spafford era um advogado de sucesso em Chicago. Em 08 de outubro de 1871 o grande incêndio de Chicago destruiu grande parte da cidade e, consequentemente, a maioria das propriedades que Spafford havia adquirido com o esforço de seu trabalho. Porém, a grande tragédia de sua vida aconteceu 2 anos depois, em 1873: Spafford, sabendo que um grande amigo seu, D. L. Moody, estaria pregando em uma região da Inglaterra no outono, resolveu passar férias com sua família na Europa. Porém, com alguns trabalhos a fazer ele decidiu enviar primeiro a sua esposa (Anna Tubena Larsen) e suas quatro filhas, Anna, Margaret, Elizabeth e Tanetta. Em 21 de novembro de 1873, enquanto elas atravessavam o Oceano Atlântico, o navio a vapor em que estavam, chamado Ville du Havre, colidiu com outro navio, 226 pessoas morreram inclusive suas 4 filhas. Sua esposa Anna foi a única sobrevivente da família e, resgatada por outra embarcação, assim que chegou à Inglaterra enviou um telegrama ao seu esposo que dizia: "Salva, porém só" ("Saved alone"). Spafford então viajou para a Inglaterra e, mesmo em um momento de profunda dor, ao passar pelo local da morte de suas filhas ele compôs este belo hino que até hoje é cantado nas igrejas históricas reformadas, como a Igreja Presbiteriana do Brasil.  Spafford em seu momento de grande provação e tribulação buscou consolo e refúgio em Deus. “Que possamos nós também demonstrar a mesma confiança e disposição para com Deus em nossas dificuldades, que muitas vezes são tão pequenas comparadas à tragédia que este homem de Deus sofreu”.  A felicidade existe e apesar de na minha última pastoral ter afirmado que ninguém a merece, nunca quis dizer que fosse impossível. Mas, a felicidade não depende exatamente das circunstâncias, a felicidade não tem a ver com o estado de humor ou situações favoráveis, mesmo porque, para nós que cremos em Cristo a felicidade é uma pessoa e o relacionamento que temos com ela, Jesus Cristo. Para os que não creem, a vida é uma curta caminhada entre o berço e a sepultura. Para esses, não há mesmo tempo a perder quando o assunto é ser feliz. O maior número de experimentos, com as mais variadas emoções, sem que haja grandes e definitivas restrições é a melhor receita para fazer esta vida valer a pena. E assim, quando as circunstâncias são adversas e os ventos parecem soprar contrários ás nossas aspirações, tudo o que nos resta é a desolação e o desânimo, seguidos de justificativas e fugas da realidade numa vida de constante alienação. Para esses tais, a instabilidade das coisas deste mundo os leva a uma voraz insatisfação que nunca lhes permite ver algum sentido na vida e encaram qualquer forma de sofrimento como absurdo. Para os cristãos, nossa caminhada é mais longa. Nossa história começa no berço e não termina no túmulo, não. Para nós, que professamos a ressurreição de Cristo e cremos na vida eterna, entendemos que a felicidade é possível sim aqui. Possível, mas não a única forma e nem a mais perfeita. Compreendemos que a totalidade de nossa vida foi assumida e transformada por Cristo e por isso mesmo, reconhecemos que enquanto caminhamos para a eternidade, vivemos este tempo de espera e aperfeiçoamento em um mundo caído. Conquanto a graça comum de Deus preserve a criação em favor de todos os homens e promova toda sorte de desenvolvimentos e benefícios como a arte, a tecnologia, as ciências e etc. para que não sejamos todos consumidos pela endêmica corrupção de nossos corações, ainda sim, vivemos num mundo insuficientemente capaz de produzir felicidade que dure. Nós cristãos podemos e devemos gozar desses mesmos benefícios da graça comum como todos os homens, porém nunca, de maneira absoluta. Nosso critério será sempre o da validação das Escrituras afim de que sejamos sóbrios em todas as coisas, inclusive no sofrimento. O sofrimento nunca deve ser desejado e jamais deverá ser ignorado ou desperdiçado. O prazer, como o sofrimento encontram seu propósito em Deus que deseja capacitar-nos para aquela felicidade perfeita e eterna junto d’Ele na glória. Não há felicidade real e que dure sem Jesus. Vem ser feliz!

Rev. Luiz Fernando Dos Santos 
é Ministro do Evangelho na Igreja Presbiteriana Central de Itapira.

CANTINHO DA ORAÇÃO IPC-ITAPIRA

CANTINHO DA ORAÇÃO IPCI

 Rev. Luiz Fernando e família; Presbíteros, Diáconos e famílias; Sem. Hélber e família; Cleber Cavalari (família); Helena Tellini (saúde); Ida (saúde); Maria Zanelato (saúde e desaparecimento do filho Nilson); Saulo Camilo (saúde); Jacir Cordeiro (saúde); Edite Bologna (saúde); Marcelo Bologna e família; Roseli Bologna e Zildo Silva (saúde); Virgílio Avancini (saúde); Edmee e família; Teonilio Lellis e Benedita Rizzi (saúde); Joelma (saúde, irmã da Jane); Nilton Tadeu (saúde); Cláudio Marcos (saúde); Paulo Zelante e família; José Evaristo (saúde); Donisete e Maria (conversão, pais Tais Hara); João Jangelm (saúde); Thiago Rizzi (saúde), Josias Novaes (saúde), Ricardo Samogin (saúde); Hilda Rigoni (saúde); Patrícia Margarido (saúde), Beatriz (problemas pessoais, prima Beth Manoel); Adesenir e família; Assunção Maria (saúde, Firmino O. Vieira (saúde); Maria Rosa R. Pereira (saúde), Adriana Rizzi (saúde), Jefferson Pupo (saúde, filho Neusa Pupo); Neusa Pupo (saúde); Maria da Penha Sartorelli, Jamila Sartorelli; Rute Camilo (saúde); Anadege (saúde); Júlio César Paganini (problemas pessoais), Luciano Grejo (Saúde).

AVISOS IPC-ITAPIRA

AVISOS IPCI

05/02 – 2ª chamada do Grande Ofertório, traga seu alimento.
07 à 09/02 – 19h30 Semana de Oração:
 Terça – Conselho (Railton)
Quarta – Conselho (Rev. Luiz Fernando)
 Quinta – Conselho (Emerson)
07/02 – 19h30 Reunião com presidentes e conselheiros das sociedades internas.
10/02 – 19h30 Reunião Plenária da UPA.
10 e 11/02 – 1ª RO do PCPN.
11/02 – 19h00 Lectio Divina com a UMP.



ANIVERSARIANTES IPC-ITAPIRA

ANIVERSARIANTES IPCI

05/02 – Luiz Carlos R. Pereira
07/02 – Maria Rita e Virgílio Avancini
09/02 – João Pedro P. de Souza
10/02 – Jorge Fray
10/02 – Marcília e Célio Altafini
10/02 – Flávia de Barros Moreno
10/02 – Enrico Campos Mira

Que nosso grande Deus derrame ricas Bênção sobre todos!!!

MENSAGEM PASTORAL

Você não merece ser feliz!
“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23).
Sei que muitos ao se depararem com esse título nem desejarão mais ler o artigo que segue. Não me espanto com isso. E, como a maioria dos que apreciam os meus textos são cristãos, é justamente entre esses que se encontra o maior número de desertores. Muitos de meus colegas pastores devem estar agora mesmo perdendo a paciência e até a caridade para comigo. Não os culpo de maneira alguma e compreendo perfeitamente a reação a este título. Desde a Queda, evidentemente, mas sobremaneira nos últimos tempos, essa mentira de que devemos ser felizes custe o que custar e que a única razão pela qual estamos aqui é para sermos felizes, (então você tem direito a essa felicidade), faz parte do cotidiano de muitos cristãos e de muitos pregadores. Uma visão excessivamente humanista, centrada apenas nas necessidades e nos anseios do homem, que desde a modernidade, proclama a sua autonomia, também influencia a nossa teologia e a nossa leitura das Escrituras. Essa visão humanista ela é antropocêntrica, isto é, coloca o homem no centro de tudo, coloca o homem como aquele que tem desmedidos direitos sobre tudo e, portanto, o sentido da vida é ser feliz, ter, usufruir, gozar, satisfazer-se e etc. Por isso mesmo, na teologia contemporânea e em muitos contextos evangélicos tudo é meticulosamente pensado no bem estar dos frequentadores. As músicas, letras, melodias e ritmos, são especialmente planejados para entreter, emocionar e promover os desejos dos que ouvem e cantam. Na verdade, poucas são as letras que cantam as glórias de Deus, a sua majestade, o seu poder e a sua graça. Antes, o que é louvado são as vitórias e as conquistas humanas ou a projeção e a cobiça do homem em sempre querer ter o que não possui. O que dizer das pregações? Fortemente ‘psicologizadas’. São escolhidos temas para não só massagear o ego, mas também temas que podemos encontrar com muita facilidade nos cursos de ‘coach’ ou mesmo nessas preleções motivacionais e de autoajuda. Quase não se tem espaço para magnificar o plano da salvação estabelecido pelo Pai e executado por Cristo na obra da redenção. A cruz é hoje em muitos ambientes cristãos uma palavra amaldiçoada, proibida até. Tribulação, tentação e outros temas afins, se abordados o são para justificar uma derrota pessoal em face de uma desobediência ao que determinara o pastor, líder e seja lá quem for. Dentro dessa cultura que exalta o homem, as igrejas capituladas pelo secularismo, têm como o centro do seu ensinamento o postulado: Você merece ser feliz! Mas, não é verdade. A Bíblia não se trata do homem, não se trata de nós num primeiro momento. A Bíblia tem o seu centro e a essência de sua mensagem em Deus. Quem Ele é, o que Ele fez e como Ele fez e o que Ele faz ainda hoje e como e por meio de quem Ele o faz. É verdade, a Bíblia revela muitas coisas sobre o homem, de fato, o homem foi feito para ser feliz. Criado para ser eterna e perfeitamente feliz, sem coisa alguma que o pudesse aborrecer. Mas, desgraçadamente ele perdeu essa condição na Queda e de lá pra cá, nenhum homem ou mulher nascido neste mundo tem o direito à felicidade. Todos são pecadores e ofenderam Aquele, justamente Aquele único que poderia dar a felicidade plena. Desde então, todos estamos encerrados em maldição e debaixo de sua ira. E, mesmo sendo inimigos declarados d’Ele, uma vez que pensamos em como nos agradar e satisfazer-nos, Ele continua mostrando a sua grandeza, majestade e amor, preservando-nos a vida e não deixando-nos ser consumidos em sua justa ira. Mesmo não crendo Nele ou a Ele obedecendo e amando, ainda sim Ele nos permite e ainda providencia todas as coisas para o nosso bem. Mas, não porque merecemos, e sim porque Ele é bom e o que temos não é mérito, é graça. Então, não se trata de nós e sim d’Ele, que ainda ofendido, negado, esquecido, blasfemado, desobedecido e não amado, continua gracioso. Entretanto, essa vida não é tudo o que há. Esses dias hão de passar inevitavelmente, ainda que você tenha tido uma vida boa, ela não será sem consequências eternas. Então, se não temos o direito a felicidade, significa que nossa situação ainda pode e vai piorar. O que precisamos antes de ser felizes é sermos reconciliados com Deus e isso se chama salvação. E essa é outra coisa que também não merecemos, mas que também nos é ofertada de Graça. Essa Graça é Cristo. Só n’Ele, por meio d’Ele é que o Pai nos aceita e somente com Ele, Cristo, somos então beneficiários, herdeiros de toda felicidade, bem aventurança e gozo. Não porque merecemos, mas por graça que nos chega pela fé.
Reverendo Luiz Fernando 
é Ministro do Evangelho da Igreja Presbiteriana Central de Itapira